18 de nov. de 2004
16 de nov. de 2004
Data:Sun, 14 Nov 2004 19:44:20 -0200
Para:marcio.silva@(...)org.br
Assunto: Re: Re: Corpo desaparecido...
Estou baixando o messenger, aguarde...
De: "marcio.silva@(...)org.br
Para: "U." <(...)@(...).gov.br>
Chuchuzão,
Pardon, mon cher. Tenho estudado muito. É a faculdade, a correria no min. e a loja. Ufa! Quero férias. (ao seu lado se possível) Mas em momento nenhum deixo de pensar em você e na sua proposta, minha carta na manga. Bem que vc poderia ter o MSN do Hotmail, nesse exato momento estou on line. Se puderes, me adicione: [(...)@hotmail.com.br]. Você não sai da minha cabeça, até pelo excelente trabalha que vocês (PF) estão realizando. Parabéns! Você merece que eu (...) ( vc deve se lembrar que sou perito nisso, né?) e (...), ou melhor, (...). (...). E mesmo se não fosse. Eu faria de novo, de graça. Essa sua simpatia me domina. ainda bem que eu tenho juízo. (hehehe)
Beijos,
Data: Sun, 14 Nov 2004 19:13:59 -0200
Para: marcio.silva@(...)org.br
Assunto: Corpo desaparecido...
Oi, Chuchuzinho,
13 de nov. de 2004
12 de nov. de 2004
11 de nov. de 2004
6 de nov. de 2004
3 de nov. de 2004
1 de nov. de 2004
25 de out. de 2004
23 de out. de 2004
22 de out. de 2004
21 de out. de 2004
19 de out. de 2004
Venha! Festa de aniversário na qual somos nós os presenteados. Acabo de escolher os meus: Mollmann´s Song: Presente para um Futuro Passado
18 de out. de 2004
16 de out. de 2004
15 de out. de 2004
13 de out. de 2004
8 de out. de 2004
6 de out. de 2004
4 de out. de 2004
2 de out. de 2004
1 de out. de 2004
30 de set. de 2004
29 de set. de 2004
28 de set. de 2004
-- Claro.
-- Quer esquentar um lasanha para nós?
27 de set. de 2004
25 de set. de 2004
21 de set. de 2004
20 de set. de 2004
18 de set. de 2004
17 de set. de 2004
16 de set. de 2004
11 de set. de 2004
10 de set. de 2004
8 de set. de 2004
6 de set. de 2004
3 de set. de 2004
2 de set. de 2004
1 de set. de 2004
31 de ago. de 2004
De onde mesmo surrupiei essa foto? Escapa-me o pensamento para qualquer resposta. Nenhuma das alternativas anteriores. Todas as anteriores. Pare! Aqui é no canetão: escreve, escreve, escreve, escreve. Quem sabe surge do lixo que você (eu) não separa mais, ocorra uma idéia-frase reciclável. Que THC era aquela? (Ha! Ha! Ha! Ha!) Schut? Era isso. Minha memória não ajuda, porque ela (eu) quer mesmo ligar para o Fulaninho: "Amor, qual era o nome daquela droga"? Correria o risco dele (o oficial carioca) me voltar a pergunta. Responderia, sem titubear, para mostrá-lo que continuava sob seu efeito: respiro pólen de ciclâmen para sentir seu sêmen de poeta gola sobre mim. Pronto! Minha homenagem a Charles Baudelaire (só o conheço de estampa). As flores no vaso (rosas rosa, goivos azuis, girassóis de miolo amarelo) compradas para lixar o poema dele são do bem; a rinite alérgica é que é do mal, mal adquirido. Para saber mais clique aqui.
30 de ago. de 2004
26 de ago. de 2004
25 de ago. de 2004
24 de ago. de 2004
23 de ago. de 2004
20 de ago. de 2004
19 de ago. de 2004
18 de ago. de 2004
O Captain! My Captain!
Saudação a Walt Whitman por Álvaro de Campos
"(...)
Abram-me todas as portas!
Por força que hei de passar!
Minha senha? Walt Whitman!
Mas não dou senha nenhuma...
Passo sem explicações...
Se for preciso meto dentro as portas...
Sim — eu, franzino e civilizado, meto dentro as portas,
Porque neste momento não sou franzino nem civilizado,
Sou EU, um universo pensante de carne e osso, querendo passar,
E que há de passar por força, porque quando quero passar sou Deus!
Tirem esse lixo da minha frente! Metam-me em gavetas essas emoções!
Daqui pra fora, políticos, literatos,
Comerciantes pacatos, polícia, meretrizes, souteneurs,
Tudo isso é a letra que mata, não o espírito que dá a vida.
O espírito que dá a vida neste momento sou EU!
(...)"
Whitman & Eakins, o poeta e o pintor
"(...) era admirador de um mundo sem artifícios, sem enfeites, cru e nu como eles entendiam que a arte americana deveria ser."
17 de ago. de 2004
16 de ago. de 2004
13 de ago. de 2004
12 de ago. de 2004
11 de ago. de 2004
Se o Charlie Bravo me manda ajoelhar, como posso eu desobedecer? Duas nuvens se interpondo sobre minha nuca, continuo a digitar o dever-de-casa, seus olhares me são indiferentes. As ecografias também. Jantar servido. Apareço diante meus... de surpresa para decodificar um sussurro. O nome do meu irmão proferido. Pergunto pelo pior. Não, ainda não. Foi visto catando comida no lixo.
Acho que os talheres ainda não perceberam o quanto sou alérgico a etanol. Cerveja me faz empolar; rum, cachaça, gim, em quantidades mínimas, me leva ao vômito; vinho seja ele branco, seja ele tinto, me causa diarréia. E quando falo ao cliente que não bebo (Sim! Aceitei o convite), ele me responde que bebe por mim. De bicicleta não jogo tênis. E após três rodadas no Bigodão's Bar, sou persuadido a pisar na poeira suspensa da trilha da capivara onde pode haver partículas ínfimas de excrementos que me deixariam acamado, se não estivesse eu protegido por uma promessa de amor. Sim, leitor, eu acredito que Cinderela se deu de bem. Relaxa! É só o que eu ouço. E balbulciando bêbadas palavras prometidas escuto: quero te pegar para criar.
Frase velha no meu repertório. Não foram exatamente essas palavras, entre um gozo e outro minha memória falha. Recordo-me apenas que voltando para casa, dentro do carro, com um pacote de THC no colo... Epa! Essa seria uma outra cena: a pelada gordura alienígena espremida ao volante me cumprimenta com as pontas dos dedos. (E pensar que fritei minhas batatas naquele óleo rançoso.) "-O que você está fazendo aqui?" – disse-me ela se insinuando ao meu cliente, digo, ex-cliente. Vou ajeitar com tato o elevador de acesso aos fundos da loja, assim, o filmado Audi gozado servirá de assentamento ao novo grafismo desenhado hoje de manhã. "-Vamos ao cinema, mais tarde?" – fui convidado, pelo um sujeito que nem sabe se fica. Olhei para as cinzas nuvens frias e pensei: papai-do-céu, este fuma demais.
10 de ago. de 2004
Leila Míccolis
Eu não tenho vergonha
de dizer palavrões,
de sentir secreções
(vaginais ou anais).
As mentiras usuais
que nos fodem sutilmente
essas sim são imorais,
essas sim são indecentes.
Preciso, eu (O Memorialista) me interar do movimento para não haver mais engano. (Como se fosse possível.)
9 de ago. de 2004
7 de ago. de 2004
6 de ago. de 2004
5 de ago. de 2004
4 de ago. de 2004
3 de ago. de 2004
2 de ago. de 2004
31 de jul. de 2004
30 de jul. de 2004
"Heidegger, para tanto, uniu o existencialismo de Kierkegaard e a fenomenologia do seu mestre Husserl, abolindo com os dualismos que caracterizavam a metafísica clássica (corpo/alma, interior/exterior, subjetividade/objetividade, ser/parecer), mantendo porém a irredutível separação do "eu" com o seu "próximo". Ao privilegiar no seu famoso livro Zein und Zeit (Ser e Tempo, 1927), o retorno da filosofia para o ser (ontologia), imaginou que ele doravante estaria aberto, livre, pronto para eleger o que desse e viesse. "Ser-no-mundo é morar no mundo", e não estar tenuamente ligado a ele. "Ser", para Heidegger, como observou Sartre, "é ser as próprias possibilidades: é fazer-se ser". O que importava era a autenticidade da decisão tomada. O seu limite era dado pelo tempo, pelo prazo de vida que cada um tinha, porque era a morte quem revelava a finitude do ser humano. Não havia mais céu para acolher a alma, nem o regaço de Deus para depositar-se as inquietações e as esperanças, o ser estava entregue a si mesmo, ao nada (niilismo). Uns aceitavam as coisas assim como são, sobrevivem apenas, "vivem" o seu cotidiano sem grandes inquietações, sem voltar-se sobre si mesmos. Outros, ao contrário, "existem", testam os limites da vida, lançam perguntas, indagam, enriquecem o ser, angustiam-se, querem fugir do tédio e da ansiosidade, sensibilizam-se." (grifo nosso)
In: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/heidegger3.htm#0823 de jul. de 2004
22 de jul. de 2004
Segundo Augusto de Campos, "um escritor atual que não tenha lido Joyce é mais ou menos como um físico que ignore Einstein ou um sociólogo que não tenha tomado conhecimento de Marx". Não me deixo levar por analogias, seja lá quem as profira, mas quando percebi, lá estava eu subindo a escura escada aspiral atrás do Buck Mulligan e na frente do Stephen Dedalus. Momentos antes, eu havia ficado impressionado com o Buck chamando a atenção do Stephen. Bem que a Mah podia me dar aquelas férias de dez dias que ela prometera. Assim, eu seria mais um que começaria a ler Ulisses (1922) e não terminaria e por se acaso terminasse, não o compreenderia. A Mah sabe que se ela se descuidar do Passo Preto do aqui, ele vai embora, colorindo o céu azul-anil-acinzentado da capital e não volta nunca mais. Estou tão cativo e nem sei se eu seria capaz de sobreviver no meu habitat original. O silêncio das tagarelas lavadeiras me torcendo, torcendo para mim, me assusta. Não preciso de nada disso, já que a Princesa Branca de Neve migrou dos contos infantis e veio retirar o livro para mim. Agora é comigo e a minha força de vontade que se contorce quando vislumbra a possiblidade se perfumar um cobertor ensolarado. (Amanhã, volto para revisar-te, texto horroroso.)
Novembro de dois mil e três, a turba e eu escalando o pico da madrugada. Que bandeira! Nenhum mastro para hastear o meu amor pintado pelo nascer do Sol. (Buscávamos um afago do Rei.) A estrela a queimar minhas esperanças e eu a inventar mentiras. Era para ser um teste. Acabou sendo mais do que um Hello. Fácil de postar, intuitivo (mas apanhei pra caceta.). Posso voltar, satisfeito, a estudar o "Ulisses" que um leitor (?) do Dicla me definiu como sendo uma "chatice encalacrada". Pode até ser, mas isso, eu terei que desembaraçar por mim mesmo. Sou aquele gatinho, lá fora, a brincar com linhas de lã pêssego. Ossos do ofício -- nobre leitor, amada leitora , né, Dicla? ;-) -- que eu quero moer para adubar meu orquidário que hoje é virtual, mas amanhã, tendo tempo, será real. Nesse meio tempo, pedi, desculpas a Mah. Ela pensa que eu sou seu gerente-secretário-telefonista. Tenhamos paciência, pois nos sobra entusiasmo.








