16 de set. de 2005

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Não. Falta-me coragem suficiente para dizer tudo que eu gostaria.

O Manancial da Noite

Pena a letra ser tão pequena.
Estava correndo pelo eixão a procura da marca de sangue. A velha bruxa tristeza me toma pelas mãos e me traz de volta à realidade. Márcio, já são 6h30. Levantei-me grogue, com o corpo dolorido como se tivesse levado uma surra de cipó. Sinais vermelhos não significam nada.

15 de set. de 2005

Diálogo vazado do MSN ou escuta telefônica não autorizada

Assim que chequei em casa:

-- Porque você não apaga os spams?
-- Pelo mesmo motivo de você dirigir, ouvindo música. Gosto da falsa sensação de companhia.
-- Você vai começar? Problema seu ter preferido ficar em Brasília. Era medo do Roberto Jefferson não ser punido? De que adiantou? 156 deputados votaram a favor dele.
-- Sem contar os votos brancos, nulos e as abstenções.
-- Pois é! E eu aqui assinando 151. Isso é tortura sabia?
-- Se você está dizendo, deve ser mesmo.
-- Sabe no que estou pegando?
-- No mouse?
-- Nas suas passagens.
-- Não as trocou ainda?
-- Tenho esperança. Você não vai agüentar essa secura.
-- Bobagem! Estou me preparando para conhecer as pirâmides do Egito.
-- Mudou de idéia? Não iámos viajar pelo sertão.
-- O único sertão que me importa é aquele que não pode ser mapeado.
-- Você sabe que sobre esse assunto não posso falar.
-- Sim. Até prefiro. Vai ser melhor descobrir sozinho, com a falsa sensação de companhia.
-- Chegou gente aqui. Só um minuto.
-- Tenho que ir. Beijos. Até amanhã.

Blog do Moreno

Comenta-se sobre a terceira geração de blogueiros (jornalistas e intelectuais que se renderam à ferramenta). Só não entendo qual a vantagem em dar uma notícia esperada antes dos outros. Imaginam-nos como se fôssemos um pai ansioso esperando a notícia do nascimento do primeiro filho. Ele não quer saber se nasceu; quer estar ao lado, nem que seja de fora. Traga-nos um fato que altere o eixo de rotação das nossas vidas. A notícia da morte de um arrimo de família, por exemplo. Ele era isso. A partir de agora, são minhas memórias. Nossas. Não tenho direito de chorar, lamentar-me, reclamar, ou cobrar de Deus (se é que Ele realmente morreu). Fui feliz, mas do que mereci. Só não sei como vamos falar com a D. Concetta. Ninguém sabe.

Cheira a amônia


Kitty Karate, originally uploaded by DantesFedora.

Estava arrependido do produto da caça. Despelado urso leitoso as duas horas da manhã. "E essa solidão dos olhinhos, menino?" Nossa. Como ele pode perceber? Meus olhos castanhos já não conseguem sustentar mais a máscara que me impus. Precisava me sair bem, já que dali a pouco iria me envenenar em outra praça. "Nascemos e morremos só. -- repliquei -- Há de se saber trabalhar a solidão." O Trufa se admirou com o fato de eu ser existencialista.

Nunca os li. Sou analfabeto em alemão e meu francês só me permite ler gibi. "Você deve estar enganado." Talvez deva ter escutado alguém reproduzindo as idéias. Se me alimento da minha dor, autofagia, é porque aprendi de ouvido. E nada pior do que aprender a tocar violão de ouvido. Nada pior do que se servir da carne fria, numa madrugada fria, num banco de couro frio. Será que ainda quero conhecer neve? Com o Seu Jorge tocando vai ser difícil continuar. Mas preciso de algo que me levante. Nem visitar meus Favoritos, consigo. Assim não há porque prosseguir.

O celular toca. É o Urso. Será que ele se apaixonou? Trigéssima-primeira ligação. Vinte e cinco mensagens que não tenho coragem de ler. Ele que vá procurar outro submisso. Meu rosto ainda arde das bofetadas perfumadas e meu proctologista me ameaçara transferir meu caso para outro colega, caso eu viesse a tentar uma dilatação (fist fucking). Não pretendo Dr. Pode ficar tranqüilo. Nunca me passou pela cabeça. Dizer que "adoraria", foi apenas uma estratégia de sedução. Ineficiente diante do Trufa. Arrependimento de não tê-lo beijado até o amanhacer.

14 de set. de 2005

Ingenuidade


El poder de la cerveza Originally uploaded by Joserri.

Mindurim mijando no poste. Era no meu sapato. Eu, submisso, aceitei beijá-lo, porque sabia que ele não se lembraria do fato no outro dia. Não quero nada com ele, além de sexo casual. Se tivermos outra oportunidade, vamos beber com moderação. Eu gostaria de dizer isso ao Fulaninho: "Ele beija bem melhor que você." Não convém provocá-lo.

13 de set. de 2005

Sob a mesa


YammmYeee Originally uploaded by ~*FuLL MoOn*~.

Do teu almoço só quero a sobremesa.

Exclusividade


DSCF0008 Originally uploaded by Hound_Cat.

Acabo de me lembrar que meu Coração havia me pedido exclusividade.

Nos campos


Tulpenfeld Originally uploaded by Gakas.
Uma Mercedes passou por nós, sem pedir licença. Eu pediria, se tivesse juízo.

Tulpen, tulips, tulipas


tulpen Originally uploaded by roxydynamite.

Uma bomba de pétalas de tulipas preste a estourar debaixo da minha cadeira. Polens impregnarão as paredes revestidas de cicatrizes feitas à ferro frio. Pensei em fugir. Talvez me consultar com Doutora Médica. Talvez cumprir o acordo com a Doutora Psicóloga. Consultórios têm sido excelentes esconderijos. Entretanto, resolvi permanecer. Quero testemunhar o atentado, mesmo que eu seja o principal suspeito. Só assim junto provas da inoperância alheia. Tem neguinho que está com o cu na seringa. Não tem coragem de me encarar. Aguardemos.

12 de set. de 2005

Na grande sala dos fundos onde os vaqueiros articulavam boa noite suficientemente escura, dormi durante toda a escuta (essa, autorizada pela Atabaque). Corri. Não a tempo. Desencontrei-me dos selos preto-em-brancos. (Havia vários deles escondidos no pano-de-prato.) Por acaso pude acompanhar a partida contra a morte, noutra esquina. Colei suando a essa oportunidade de marrecos e consegui sublimar o vício. Quando me vi novamente diante do Sonífero (Obrigado, Msc. Adriana. Hoje, "elas" estão presas aos intestinos. Frias, frias.) fui contaminado por aquela reação nuclear. Nossa cota de plutônio, explosão de pipas no horizonte da Rosas-dos-Ventos. Um aparte, enquanto estou sendo lembrado pela canção do Apadrinhado (Qual?): Respeito muito as idéias e opiniões do Excelência THC, mas prefiro continuar comendo mandacaru. Até porque não há provas (Ainda). Voltemos ao pseudo-debate. Aquilo lá era uma paródia. Corpos desuntados de gordura humana. E antes de assistir ao espetáculo, passamos por Roma. Fomos cumprimentar Lady Windermere. Reconheci o vati quando seus amigos entraram na sala. Senti muito orgulho de mim mesmo.

9 de set. de 2005

Desertor


3 Poderes, originally uploaded by Leonardo Matoso.

É, Marcinho. Você se fudeu. Preso no berçário sem poder sair. Eu lhe disse, eu lhe disse. Não aceite nenhum favor. Agora você está amarado sem ao menos poder movimentar as mãos, de olhos vendados para notas frias, amordaçado murmurando palavrões. Não seja melodramático, Marcinho. Você gosta de comer esfirra na café-da-manhã. Você gosta da gorjeta que o grego lhe dá. O estrangeiro gostoso, caraca e peludo que nos atende com o cacete (oops!) para fora. Depois dizem que ele é maníaco. Quem está doente sou eu. Cem passos adiante fantasiado de coelhinho. Onde está sua bengala, Dr. Leão? (Vamos tomar uma cerveja, qualquer dia. Para o Senhor, abro uma exceção.) "Ainda vou descobrir o que você tanto faz nesse computador." -- me dissera o desafeto. Falar sobre tua vida é que não é. Há personagens mais interessantes para se conhecer. Seus toques escorre feito mijo roxo, não me serve, eu poderia responder... Eu precisava sair. Ir à biblioteca da universidade renovar uns livros. Mas não posso. Você pode fazer isso pela internet. Podia. Você pode renová-los pelo telefone. De novo? Pouco adiantou teu esforço, Márcio. Vá no horário de almoço. Não tenho horário de almoço. Vá à noite. Não tenho hora para ir embora. Ainda tive coragem de mentir para o embaixador: "Mas, você recebe um salário, não?" Vou embora para Foz de Iguaçu. Lá tenho alguém que me ama se escondendo atrás de relatórios, processos e afins. Minha fotografia escondida no fundo falso da agenda em branco. Será que o Bruno tem se masturbado olhando para ela. Eu poderia enviar-lhe umas fotos minhas. Nu dorsal, frontal, de quatro fazendo um oito. Ele ia chorar as setes quedas do rio, na minha foz onde ele não mais deságua. Acho que ele foi para lá. Preciso conferir essa informação. Será que ele me aceita? Será que ele me perdoa pelos consecutivos nãos. Vou deixar o apartamento com alguma imobiliaria. Não foi esse o combinado? "Como você quiser." A quanto meses estou remoendo essa história? Acaba logo com isso. Ninguém mais agüenta. Faça suas malas e vamos embora. É facil. Simples. Na cidade onde as estrelas caem em forma d'água. E submeter-me ao temperamento desequilibrado do Bruno? Sei não. Naquela tarde, lá na chácara do pai do Gustavo, para que ele ficou atirando para cima? Logo o Bruno que sabe o quanto custa uma munição. Estava se exibindo para quem? Ele estava com raiva. Aos poucos vou me lembrando porque preferi morrer no berçário a acompanhá-lo com honras militares. "Programa de proteção à vítima" Há, há, há! Até onde vai sua imaginação? Até Oort. Quando estou com preguiça. Vamos voltar ao Regimento Interno da Câmara. Eu não disse ao promotor que trabalhar no preparo de mudas de Araucaria angustifolia me faria bem. Lá estou eu novamente me recusando a usar as luvas. Não é isso. Eu as esqueci no lavabo.

8 de set. de 2005

Silver Fizz ao amanhacer

"O Coelhinho estava fazendo suas necessidades matinais e, quando olha para o lado, vê Seu Urso fazendo o mesmo.
Seu Urso se vira para ele e diz:
- Ei, Coelhinho, você não se incomoda de ficar com seus pêlos sujos de cocô?
O coelhinho respondeu:
- Não, isso é normal.
Então, o Seu Urso pegou o coelhinho e limpou o rabo com ele.
MORAL DA HISTÓRIA: "Cuidado com as respostas precipitadas. Pense bem antes de responder."
No outro dia, o Dr. Leão, ao passar pelo Seu Urso diz:
- E aí, Seu Urso. Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado; te vi dando o rabo pro coelhinho ontem.
MORAL DAS HISTÓRIAS: "Você pode até sacanear alguém. Mas lembre-se que sempre existe alguém mais filho-da-puta que você."


Bugs on the Dog Blanket, originally uploaded by salmonberry.

7 de set. de 2005

Céu de nuvens pesadas. (Não vai chover.) Gramas secas. Havia umidade suficiente para os espectadores. O que por si só já seria a novidade. Os cavalos disciplinados, as éguas olhavam para frente. Minha credencial enfeitava meu bolsilho, as autoridades enfeitavam meus olhos. Alegres. Quinta-feira, vou ter uma entrevista. Vou sobreviver. "Na quadra 12 do Setor Sul vende-se skunk." Informação irrelevante para o agente da Polícia Civil. O rapaz de boné amarelo, de camiseta cinza, cabeça raspada. Másculo. Branco cor de bronze batido. Seus olhos verdes assustam. Dois homicídios antes de completar dezoito anos. Preciso estudar Criminalística para entender o que o agente está dizendo. "Você também esteve pegando um sol, não?" Ele nem levantou a cabeça. Fez que ia me entregar um papel, hesitou. Fitou-me os olhos.
-- Você nunca mais me ligou. Está namorando?
-- Não. Quer dizer. Estou vindo de um fim de relacionamento. E estou bem. Se estou aqui enfretando essa multidão de conhecidos, é porque eu estou bem.

Olhei para o céu, não para ver a esquadrilha da fumaça, mas para segurar as lágrimas. Quando parei de olhar os aviões, os olhos do agente ainda estavam lá me aguardando. Felipe era seu nome. Cabeça raspada, másculo, olhos verdes. Tal qual o narcotraficante. Completamente diferentes. "E você está namorando?" Não devia ter feito essa pergunta, agora o Felipe vai pensar que estou interessado nele. (Porque não?) (E está mesmo). "Sou casado com minha profissão. Esqueceu-se?" (Tão novo e já comprometido.) "Mas isso não significa que eu não tenha meus rolos por aí." Reclamei do clima seco. Despedimo-nos com um aperto de mão (longo, apertado). Desejei-lhe bom trabalho. Antes de eu me afastar para nunca mais vê-lo, (as coincidências...) ao menos não pretendia, ele me perguntou onde havia errado. E antes que um dragão da independência me pisoteasse, me puxou para junto de si.

-- Sempre o herói antento a salvar e proteger os inocentes.
-- Quem precisa ser salvo sou eu... Vamos sair, qualquer dia, tomar alguma coisa, ir ao cinema.
-- Dezessete de março, o que me diz?
-- Amanhã à noite.
-- Sábado à tarde. Você deixa a arma, a funcional, o relógio e o celular em casa.
-- A carteira também?
-- Se você não se importar de dar entrada no hospital como indigente, tudo bem.

Ele riu, como eu nunca havia visto antes. Risos descontrolados. Chamava a atenção dos transeuntes. Não sei se ria de prepotência, por achar que nada, nem ninguém poderia lhe atingir; ou se ria de felicidade, por eu ter aceito o convite.

-- Posso lhe buscar meio-dia?
-- Você ainda se lembra onde eu moro?!

Ele se lembrava de muito mais, e eu esse tempo todo tentando esquecer.

6 de set. de 2005

A parte que me cabe

O melhor das despedidas são as sobremessas.

5 de set. de 2005

Vou mergulhar na piscina de baratas novamente. Asco, se elas não proclamassem a Paz. A bandeja contava os passos. Desfalque de quinze sacas de cimentos. A Branca me fazia cobranças, confissões. Seu pai me quer. "Eu o aceitaria como genro, aquele lá não!" Ainda bem que o Fornazze estava longe o suficiente. Nossos lábios protegidos. Eu estava cochichando? Pelos corredores toda conversa ocorre ao pé do ouvido. Quanto mais político, quanto mais importante, mais inaudível. "Ela estava me convencendo a trabalhar na campanha. Deixei claro que não iria." Imprensado no muro chapiscado, com um braço pressionando meu pescoço, sustentei minha verdade. "Não gosto de ver você conversando com ela." Mas ele adorava me ver fodendo aquela bunda morena, ou me ver sendo fodido pela prótese calejada, ou ainda foder alternadamente nós dois, na fantasia dele, nós duas. O hálito da cerveja me incomodava mais do que o semi-estrangulamento. Dizer-lhe que estava me machucando, que estava doendo, só iria excitá-lo ainda mais. Dizer-lhe que estavam todos olhando, só serveria para ele me lembrar que todos ali lhe devem favores. "Vamos dar uma volta de moto, amor. Fazer uma trilha. Assim não haverá testemunhas, será mais fácil se desfazer do meu corpo." "Não, não. Eu gosto muito de você." Há quanto tempo não ouvia ele me dizer que me amava. Haveria desistido ou se conformado? "Gosta?! Não me ama mais?" Ele olhou para os lados, para se certificar que ninguém nos observava. As pessoas estavam mais preocupadas com a picanha assando. E sussurou. Só tive forças para corresponder ao beijo. Era um churrasco de despedida. Todos ficaram felizes.

2 de set. de 2005

A gosto Deus. Setembro do Diabo. O sangue me escorre espontaneamente pelo nariz, enquanto tento me livrar de lágrimas pneumáticas. Maçãs-do-amor empaladas me desejando boa sorte. "A gata não agüentou nem dez minutos sexo de anal." E porque ele achava que eu teria que agüentar? Um ciclone se forma longe daqui, o pior acontecerá no mar que trago dentro de mim. Ele terminará por ser assoreado. Da brisa não quero nem beijos, quanto mais lembranças. Quer ir embora, vá! Já fiz as malas. Quer me deixar na secura do plananto, deixa. Vou me proteger numa depressão. Deve ter sido bom para alguém, mas chego a conclusão que minhas tardes de caules retorcidos serão dissecadas folha por folha debaixo do nosso abacateiro. Ninguém podia nos ver da janela. Já estive na sala do reitor, acredite em mim. Não me importo em perder, desde que não seja quem se preocupava com o meu sono. Por algum momento acreditei que chegaríamos ao outro lado da margem, mesmo sem os remos. Operações, operações, operações. "Se alguém perguntar, fui seu instrutor de tiro." Um conhecimento que seria útil agora, respondi-lhe. Ele riu. Aquela risada de deboche que me irrita mais do que ser acordado de madrugada, num domingo, para explorar frias cavernas úmidas de tão escuras com especialistas (imagine se não fossem) que sentem prazer em expor os outros ao perigo. "Eu estava te segurando, amor." Segurando-me com flores, chocolates e presentes. Nada alivia agora ausência. Ao contrário, só agrava. A voz do Barry White a resgatar o cheiro da erva-cideira sendo fervida. Não consigo sentir o som vibrando sob meu rosto. O bolero do Ibrahim Ferrer a lembrar das pisadelas. Dentre tantas opções e ele escolheu logo as que mais me apertam. Não vou passar seis meses lendo a Divina Comédia. Aliás, vou vendê-lo ao sebo (alguém fará melhor proveito) e com o dinheiro pagar um michê para me chicotear as costas. Eu fui um burro-idiota-imbecil. Os ipês amarelos-roxos-brancos-rosa a colorir o céu azul-empoeirado da cidade não compensam os planos doravante esquecidos. Desfeitos. A cidade se reduz a cinza, assim como serei daqui a uns segundos. "Culpa do seu presidente." Se alguém teve culpa, foi eu. Em acreditar que seria capaz. Posted by Picasa

31 de ago. de 2005

Sousândrade (1833-1902)

Ele se antecipou a James Joyce e a Ezra Pound.

Auauauauauávamos


Choque!choque!choque!, originally uploaded by André Amorim.

Do encontro entre o pitbull e o chiuaua se viu olhos alegres. Porque ele me mentiu, diante tantas revelações? Muita culpa guarda aquele coraçãozinho. Sabia que tínhamos algo em comum.