Perco-me entre acordes, antes de tomar café-da-manhã, saudade de quando ruído (grunido) me vibrava a carne.
6 de out. de 2005
SEPULTURA : Official Website
Novae: A astúcia venceu a soberba por Emir Sader
"O senhor sabia que tenho um artigo publicado na SBPC, fruto de uma pesquisa sobre latossolo vermelho?" Ou seja, publicar seria de menos. Eu quero respeito. Se meu comportamento/moral/ética/ atitude/idéias incomodam alguém, isso seria problema pessoal dele. Até porque, não prejudico ninguém; ao contrário, me desdobro para ajudar, sem fazer qualquer tipo de cobrança depois. Serviço voluntário conta muito para onde vou. Entretanto, minha paciência envia sinais de saturação.
Casar-me (e mudar-me) seria fuga. Prefiro o combate. Permanecer pregado na tela do computador, como de fato fosse dono. Se querem jogar paciência, pinball, conversar no Messenger, ou ver mulher pelada, faça-os em casa, onde, caso a máquina seja contaminada por vírus, worms ou trojans , não prejudiquem outrem.
Uma vida pela vida
4 de out. de 2005
Cordel do Fogo Encantado
3 de out. de 2005

2

Assim tem sido, graças ao General Cartógrafo. Trilha das capivaras mapeada apenas mentalmente; "... fazendo covardia com os bichinhos." Minutos de espera. Esperaria mais, se lábios indisciplinados pudessem me responder. Cansado de sentir o suor gotejando nas minhas costas, leventei-o com a força da respiração e se vamos falar sobre sexo, leitora (não trago nenhuma novidade) culpe os serviços de CVV congestionados, a banca de jornais fechada, a video-locadora aberta. Dois rapazes conversando enquanto fumam. A vídeo-locadora está aberta! Vazia. Digo aos rapazes para ficarem à vontade, "só estou olhando", nem precisava. Onde estão os pornôs? Na pasta preta, seu burro. Cinco grossas pastas pretas de folhas-de-plático, apenas os encartes. Surfar na web sairia de graça. Sorrisos francos para webcam. (...) Enviar, aceito. Enviar, salvo. Encontros de cartões de crédito, após uma longa e prazerosa conversa. Quinze cervejas... Eu precisa de sexo, não de companhia, já que ninguém nem nada seria capaz de suprir a carência por mussarela derretida às cinco horas da manhã. Observar a cópula dos heterosexual (você ainda se lembra?) poderia ser interessante. "Marciiiiiiiiinho!" Assutei. Lógico. Érika me abraçou sem me dar tempo de reagir. Os rapazes entraram. Acabei sendo persuadido a alugar "Doce Novembro". Quase a arte que imita a vida imita a arte. Para confrontar, aceitamos a sugestão do atendente: Monster. A Érika entrou em êxtase quando lhe contei que não havia assistido a nenhum dos dois. Fujo de Oscar. Deveria fugir dos preconceitos que me revestem, impendindo de telefonar para os amigos que de repente nos surpreendem. Fios loiros dourados trançados me ajudaram a improvisar. Loiras são muito perigosas. Os mapas nem de longe correspondem ao ideal, mas foram traçados. E era apenas isso que importava. Não era o caso de usar maquiagem. (voltar pra revisar)

1
1 de out. de 2005
Paradoxo xoxo: Duelo (réplica)
Blog paralelos
26 de set. de 2005
-- Deve ter sido numa sauna.
-- Provavelmente.
-- Como?!
Os amantes olharam-se, amunciando uma discussão. Que de fato aconteceu, de madrugada, em casa, no lençol branco manchado de sêmen, sangue e resquícios de fezes.
-- Porra! Você tem que fazer uma higiene...
-- Por que você não parou quando eu pedi?
-- Rebolando feito uma puta, você queria que eu parasse?
-- Tanto queria, que o lençol está sujo. Vamos combinar o seguinte: quando eu ficar calado por mais de três segundos, você me solta.
Assim ficou combinado. Até que uma das partes resolveu pedir desculpas. E começaram tudo de novo, inclusive uma discussão tola por causa da interpretação do Ed Motta para Bye bye Brasil.
Graves e agudos foram ouvidos da portaria. Pensou-se em chamar a polícia, mas tal idéia foi rejeitada por causa do espírito coorporativista da classe.
24 de set. de 2005
Em carta a seus alunos, Marilena Chauí fala sobre onipotência da mídia
Nem sei quantas vezes interrompi a leitura para tomar fôlego, rir, delirar de prazer, por causa do conteúdo dessa carta tão carinhosa de contundente. Que pena... ler os textos da Marilena Chauí, ou suas sugestões bibliográficas, não me faça ser seu aluno. Mas posso ser partidário. E serei, em breve. Ficcionista engajado. Você antevê a consequência disso, Marcinho? Vamos para o sacrifício, como se já não estivéssemos.
Sempre questionei os livros, o que dirá da midia, "empresas privadas e, portanto, pertencem ao espaço privado dos interesses de mercado". Não que eu seja contra propriedade privada, ao contrário. Apenas, reconheço a importância e o significado de se usar adjetivos (você, fala cheio de autoridade). Como escreveu um poeta: "A borboleta é apenas uma borboleta. A flor é apenas uma flor." E a midia, deste quando adquiri o vício de folhear vários jornais diariamente, abusa de adjetivos, o que dirá do coitado do futuro do pretérito. Não está muito difícil descobrir a quem a mídia serve (ao leitor é que não é.) Basta seguir a lógica das commodities, minha hipótese de trabalho.
Brasil: as armas e as vítimas
23 de set. de 2005
Fomos premiados
Venham todos comer damasco na sede da Polícia Federal em São Paulo. Às custas do Tesouro? Não. Cortesia dos carcereiros. Se não compraram, ao menos facilitaram a entrada. Imaginem, queridos leitores, uma fotografia do EX-candidato à presidência da República, Doutor Paulo Maluf, servindo champagne francesa aos agentes e demais autoridades. "É assim que se trata subalternos." Nada mais digno, afinal, a Polícia Federal tem trabalhado muito ("eu te liguei, amor, até ficar cansado de ouvir 'telefone desligado ou fora da área de serviço.' ") só não sabemos em prol de quem.
Minha fonte (não nos parece) se vangloriou no dia que prenderam sua excelência: "Me dê os parabéns. Em nome da coorporação, mereço." "Parabéns, respondi, por ter finalmente conseguido cumprir com sua obrigação. Agora sim, você faz jus ao salário que recebe. E o dinheiro, conseguiram repatriá-lo?" Ele desviou o olhar para ganhar tempo, formular uma resposta excepcional, acenou para o garçon: "Irmão..." Irmão? -- disse-lhe -- Ele se chama Amanai, Amanai San. Não estamos num pé-sujo.
-- Pois não, Doutor.
-- Irmão, traz outra cerveja, por favor. Você quer mais sashimi?
-- De atum, por gentileza.
-- E um de salmão.
-- Você precisa aprender tratar bem as pessoas.
-- E é você que vai me ensinar isso? -- Se você quiser, vou.
Se eu quisesse despertar a fúria do Vesúvio, bastasse quando estivéssemos em público mostrasse intimidade com um desconhecido, mas não o lembrei disso. Preferi morder-lhe o calcanhar:
-- Espero que ex-governador não tenha privilégios na prisão.
-- E não terá, disse-me, interrompendo o gole. Você tem minha palavra. Somos uma instituição séria.
Como queria que o celular dele atendesse. Gozar da autoridade. Ou saber em que hotel ele se hospedou para enviar-lhe uma cesta recheada de damasco secos (hmmmm, chega deu vontade) com uma garrafa de Johnnie Walker Red Label 12 anos. Pena que ele não tenha paladar, nem senso de humor.
22 de set. de 2005
À caminho de uma sauna qualquer
Mustang Sally
written by Sir Mack Rice
Mustang Sally
Guess you better slow your Mustang down
Mustang
Sally , baby
I guess you better slow your Mustang down
You been a runnin'
all over town
I guess I'll better put your big feet on the ground, oh yes, I
will
All you wanna do is ride around, Sally (ride Sally ride)
All you
wanna do is ride around, Sally (ride Sally ride)
All you wanna do is ride
around, Sally (ride Sally ride)
All you wanna do is ride around, Sally (ride
Sally ride)
One of these early mornings
You gonna be wipin' your
weepin' eyes, yes you will
I bought you a Vintage Mustang
Of nineteen
sixty-five
Now you comin' right signifyin' woman, no
You don't wanna let
me ride
Mustang Sally, baby, yeah
I guess you better slow your Mustang
down, yes you will darling, I hope you will
Going around running' all over
town
I'm gonna put your big fat feet on the ground, oh yes Sally, well, look
at here
All you wanna do is ride around, Sally (ride Sally ride)
All
you wanna do is just ride around, Sally (ride Sally ride)
All you wanna do is
just ride around, Sally (ride Sally ride)
All you wanna do is ride around,
Sally (ride Sally ride)
One of these early mornings
You gonna put your bad
bad feet on the ground, oh yes I will, Sally
Sally (ride Sally
ride)
Sally (ride Sally ride)
(ride Sally ride)
(ride Sally
ride)
(ride Sally ride)
(ride Sally ride)
Estranho quando me deparo, em blogues desconhecidos, com letras de música publicadas. O que deseja dizer o blogueiro? Para o leitor que acompanha freqüentemente o blogue, ou conhece o canditado a cronista, seria fácil (!) responder tal pergunta. Mas para quem aparece vindo do Google resta, no meu caso, a indiferença ou a desconfiança de que a letra não esteja correta. Gostaria de vez em quando, ler ao menos uma justificativa, diferente do "porque eu gosto" subententido. Pode ter sido uma lembrança, que ressoa infinitivamente; pode ser vontade de ter para si aquele melodia, no caso ritmo. Mas não nos cabe agora levantar hipóteses, até porque não apresentamos justificativa. Poderia deixar para o leitor que acompanha o DiCla, responder-nos. E deixo. Ele que contextualize o espaço-tempo na seqüência de posts com o conversa no MSN que apenas os dois envolvidos tem acesso; seguida da conversa no telefone, que além do mim todo o nono andar ouviu. Que discussão sarcástica! (Como foi? Conte-nos!) Que telefonema desaforado! (Reproduza-o!)
Este post serve ao leitor chegado através do Google, com a intenção de apenas salientar-me minha ignorância, em público, em relação ao Blues. (Que me importa isso?) Não se pode conhecer tudo. Concordo. Mas não se pode ignorar que um longínquo amigo considerado seja aficionado por Buddy Guy, cuja canção (depois de escutá-lo na web) esteve incluída num musical de Allan Parker. Sei muito pouco sobre meus amigos virtuais e eles de mim (apesar de acompanhar seus blogues), talvez por isso sejamos amigos somente virtuais. Também aprecio Blues. A ponto de não ter ainda conseguido escrever sobre a ação do Katrina em Nova Orleans. Robert, você poderia ter sugirado outro tema.
21 de set. de 2005
Declaração de amor
Minha flor, minha flor, minha flor. Minha prímula, meu pelargônio, meu gladíolo, meu botão-de-ouro. Minha peônia. Minha cinerária, minha calêndula, minha boca-de-leão. Minha gérbera. Minha clívia. Meu cimbídio.Flor, flor, flor. Floramarílis. Floranêmona. Florazálea. Clematite minha. Catléia, delfínio, estrelítzia. Minha hortensegerânea. Ah, meu nenúfar. Rododendro e crisântemo e junquilho meus. Meu ciclâmen. Macieira-minha-do-japão. Calceolária minha. Daliabegônia minha. Forsitiaíris, tuliparrosa minhas. Violeta... Amor-mais-que-perfeito. Minha urze. Meu cravo-pessoal-de-defunto (foto). Minha corola sem cor e nome no chão de minha morte.
In: Andrade, Carlos Drummond. Poesia Errante. Record. 1988. 1ª Ed.
Lógico!
Nos rebordos da chapada a guerrilha se esfumaça. Eis a ironia: ex-guerrilheiros foram finalmente alvejados, razão pela qual permitiram ascensão do grupo. Do mirante observo as emboscadas. Reprise do Fim-do-mundo. Plágio. Deputado canastrão.
Se fôsse nos EEUU, o político suicidaria com um tiro na têmpora, não por ter perdido os privilégios, mas por vergonha. Aqui em Bruzunganga, ele distribui autógrafo ao passear pelas ruas. Se o encontro na rua, escarro-lhe na cara. Não faça isso, Marcinho. O deputado gosta. Ele contratava go-go boys fluminenses para açoitá-lo enquanto não era convocado para apaziguar a gula dos correligionários. Há de se estudar lógica, sem esmorecer.
20 de set. de 2005
17 de set. de 2005
À cavalo
Permita-me registrar dados biográficos, Dona Sintaxe.
Os leitores desse blog sabem que dificilmente comento com clareza acontecimentos que envolve meu ambiente de trabalho. Até porque não sei escrever como os cânomes exigem. Mas eu estou com fome. Então, escrevo para esquecer, não o estômago doendo, não a cabeça latejando, tampouco o socorro que se esquivou, mas para me esquecer do equívoco que cometi ao desistir do alojamento universitário, porque se eu tivesse aceito... Seria pior.
Essa sinusite que me faz achar que as pessoas fedem à galinheiro em dia de chuva, não é nada diante à frieza das paredes de cimento nu do duplex com vista para o lago (a universidade pública trata muito bem seus alunos). Minha sinusite adquirida (talvez pela quantidade de polens inalados) atrapalha apenas meu apetite. Não tenho hora para refeições. Como, quando meu olfato permite. Portanto, quando o almoço chegou, disse aos funcionários que fossem almoçar. Meu "patrão" sabendo que eles comem feito cachorros famigerados, mandou eu separar meu prato.
Obedeci, pois noutra ocasião os eles, avisados que eu ainda não havia almoçado, lamberam as panelas. Fiz meu prato (arroz, feijão, salada de tomate com cenoura e bife à cavalo), ou melhor, peguei a carne e coloquei na marmita do meu sobrinho (não sei por que mandam comida para criança se ela não almoça.). A marmita ficou em cima do microondas.
Voltei para o balcão, fui atender telefone, cliente, enviar uns faxs e disse para os funcionários irem finalmente almoçar (passava-se das 14 h). Acontece que me esqueci de avisá-los que não havia almoçado. Quatro horas mais tarde, quando meu apetite chegou, fui almoçar. "Onde guardaram a marmita? Comeram-na? Impossível. Havia comida para alimentar os animais do Zoo Hollembach por um mês."
Subi as escadas contando os degraus para não tropeçar em acusações sem provas e da porta da oficina, onde todos estavam preparando os arranjos de flores para o casamento de logo mais (ontem), perguntei para o engarregado pela copa, que se encontrava no fundo da oficina fuçando a unha com um canivete, se ele havia guardado meu prato. "Não! Não sei do seu prato, não!" Foi quando me lembrei do barulho vindo improvisada copa. "Não acredito que ele está lavando as louças." Meia-hora depois passa por mim com o saco de lixo. "Poxa! Hoje ele está disposto."
-- Danilo, você jogou fora a comida que estava em cima do microondas? -- perguntei-lhe.
-- Joguei.
Meu "patrão" permaneceu calado.
-- Inclusive a carne?
-- Foi.
-- Márcio, toma esse dinheiro e faz um lache. -- disse-me meu "patrão".
-- Obrigado! Perdi a vontade de comer. Até a minha dor-de-cabeça passou.
-- Eu ainda perguntei se todo mundo havia almoçado.
-- Guilherme, por favor, faz a entrega do Tribunal e passa no Habib's...
-- Compra quantas esfirras, chefe?
-- Pode trazer umas vinte... traz dois cocão.
-- Se é por minha causa, não precisa. -- gritei da minha mesa.
-- Você não pode ficar sem comer. -- argumentou meu "patrão."
Levantei-me da minha cadeira calmamente e me dirigi ao motorista.
-- Pode deixar que eu faço a entrega e compro o lanche de vocês, Guilherme. --disse-lhe com a mão estendida pedindo a chave do furgão.
-- Você não pode sair, não, Márcio. -- lembrou-me meu "patrão."
-- Eu não vou ter recolher os arranjos na Igreja?
-- Vai.
-- Então, preciso sair para fazer um telefonema.
Ninguém disse nada. Pois ouviram, quando a Emanuelle, pessoalmente, veio me entregar o convite do seu baile de formatura. "Você vai dançar a segunda valsa comigo." Prometi que iria. Peguei a chave, o dinheiro e fui responder uns e-mails.
-- Vai logo, Márcio. Está quase na hora do meninos irem embora.
-- Estou indo.
O motorista passou pela minha mesa e me fitou com um olhar de desespero. Pude imaginar o que ele pensou: "Porra, o veado vai pirraçar. Não acredito que vou perder esse lanche." Conclui o orçamento para o TST e o arquivei nos "rascunhos". Meia-hora depois, estava de volta. Comprei uma esfirra para cada e dos refrigerantes PET mais baratos.
-- Vem comer, Márcio.-- Já lanchei, obrigado. (Não sabe contar?)
Ao chegar em casa, passando pela cozinha, escutei:
-- O Márcio está sem almoço.
-- Eu lanchei.
-- Mas não almoçou.
-- Sabe porque, tia? Seu funcionário jogou a comida fora...
-- O quê?
-- ... com os bifes à cavalo dentro.
-- Vocês estão brincando.
-- Fartura né? Os pais dele devem amarrar cachorro com lingüiça.
-- Não, Márcio. Ele deve ter comido. Você precisa ver o jeito que eles comem.
-- Se ele comeu menos mau -- retruquei . Jogar fora é que não pode.
-- Você vai falar com ele, viu? Eu já queria tê-lo mandado embora, mas vocês o defendem.
Pedi a bênção, desejei boa noite. A decisão não cabia a mim. Subi as escadas tropeçando em dúvidas e medos: "...e se ele quiser nos fazer algum mal... quiser se vingar de mim... será que vou ter que voltar a sair sempre acompanhado? Com os amigos do Bruno! Por fim, acabei dormindo, a ponto de não ouvi ninguém vomitando sangue (?) às três da madrugada. Não sabe beber...
Hoje cedo, lá na loja, ninguém me cumprimentou e na hora do almoço...
-- Márcio, você come minha comida, tá? Mas guarda a marmita na geladeira, senão jogam fora de novo.
-- Jogam, não! O Danilo joga!
-- Eu jogo mesmo. -- respondeu se dirigindo a copa.
Ele perdeu a oportunidade de se desculpar. Paciência, possivelmente, não aliviaria minha fome.
UP DATE: Em decorrância dos fatos, recebi quinze dias de descanso. "Ah! Eu tenho direito à férias?" Minha mochila está pronta. Chapada dos Guimarães será o meu destino daqui três horas. E meus leitores, meu diário... ? Tenho que deixar algo substancioso para eles. Vou descongelar o contra-filé.







