10 de jul. de 2007
5 de jul. de 2007
Salve 4 de julho!
3 de jul. de 2007
27 de jun. de 2007
25 de jun. de 2007
23 de jun. de 2007
Apesar do corte lhe cair exatamente na altura dos ombros.
2 de jun. de 2007
Radiohead - Creep V Festival 2006
Poderia ser uma canção de amor. Mas nunca sabemos com quais versos iremos concluir o poema.
10 de mai. de 2007
Sou mesmo um verme.
Há meses queria vincular meu weblog... blog... diário virtual... (Eita porra! Eu tenho vergonha de assumir a paternidade do caderninho de LCD, por isso a hesitação em denominá-lo.) Começando de novo. E sem digressão! Esse texto já não pertende, mais a racionaliade... Joaninhas não podem pisar nos seus pés. Dança com ele. Ritmo a gente marca no estralar do batidão. Dói na altura do diafragma. Deixa de ser veado, berol! É figado. Tenho certeza. Sou fraco. A bebida é forte. A medicação comprada com receita azul. Potência 10... Publicar algum vídeo do youtube, assim que conseguir chegar em casa. O âncora me persuadiu. Marinheiros e suas tatuagens. Nos dois bíceps. Meu tríceps. A mulherada delira, se vangloria ele para mim. (Furo teu ego com alfinete de segurança sem você se dar conta do quanto o mal pode ser traiçoeiro.) DiCla, (Oi, Qto tempo!), cá estamos nós aqui de novo, tirando do teclado pentelhos de ontem à noite. (São seus? Meus, não! Então, eram meus.) Tu me deixas falando sozinho. A tela do monitor passa a ser meu espelho, mas essa nossa imagem distorcida, me desmotiva. Não és tu visto aqui. O labirinto do castelinho. Chupei um cumulonimbus com a língua esfolada. A vertigem de querer transpor aquele muro rapado. Caíria numa coberta piscina semi-olímpica aquecida. Ofurô carioca. 2 a 2 no tempo regulamentar. Sua boca fervia impropérios onde lugar nenhum se projetava sobre a ponte de balanços de cordas soltas. A medicação começa a fazer efeito (foi aqui que parei, voltei e comecei de novo), não deveria ter tomado aquela copada de vodca. Vomitar, o desperdício interminável. Não posso cometer erros, type, type, type, type, type e finalmente... TYPE. Vai sair um droga de texto, mas o ar que respiro transita por todas aquelas sensações proibitivas. Metido rapaz. Lábios espessos. Umedecidos. Me arrancavam os pêlos do braço. Minha orelha goma de avelã. Seu perfume doce, meu mar no cio... Cítrico. Levemente feminino. Só que tem um problema, disse-lhe. Só deixo entre as coxas. Então, vamos para um motel. Você vai ser minha indiazinha. Sorriu. Mostrou bem os dentes. Depois ficou sério. Até demais. Não gostei da piada. Mas o cérebro chacoalhava minhas pernas e me faltava sangue nos olhos. Ai! Que vergonha. Ah! Que delícia. A sensação de que minha alma se desprendeu do meu corpo. A melodia me rodopia. Sou o biruta a medir a força da tempestade. Um sol a lançar bolas de fogo sobre mim. O peso da força da energia vital. Não me morde. Gado meu é marcado. Na abundância do orgasmo, esqueci meu nome, me arrependi de não ter levado uma caneta e desafinei no penúltimo acorde do arranjo. (Sexo anônimo numa blitz do BPtran, não teria sido diferente, né Isabelle?) O lixo recolhido da mesa, DiCla, não é apenas resto de papéis amassados meticulosamente. Há um pouco da gente ali dentro. A perda só não foi maior, porque a letra de "Creep" continua atual. I don't belong here. Acho mesmo que jamais pertencerei. Talvez um dia o revise, querido amigo, por enquanto vais ficando assim. Passe bem as próximas 24h. Volto se Ele permitir.
21 de abr. de 2007
Nessa nossa guerra íntima, escolhi o lado que vou ficar. Atravesso os limites da espionagem sem dever nada a ninguém. A minha moral é meu guia, capitão. Me dá licença. Mulheres japoneses teriam histórias a nos contar? Meninas yanomamis teriam histórias a nos contar? Para quem se entusiasma por gemidos sufocados por lágrimas, o espetáculo bate a porta. Senta. Acalma o coração, tenta nos dizer como você foi violado. Foi estupro. Um sumulado, portanto. Nem por isso menos violento. O quando vejo os camuflados em ação, sinto vontade de ligar. Ainda não é o momento.
19 de abr. de 2007
18 de abr. de 2007
17 de abr. de 2007

Beija-flor Tesoura - Swallow-tailed Hummingbird 8 479 - 10, originally uploaded by Flávio Cruvinel Brandão.
Não fui capaz de guardar tua identidade, suposto beija-flor. Todos já sabem de ti, menos eu. Menos eu.
16 de abr. de 2007
Hoje preciso colocar meu alter-ego de lado, e assumir essa tristeza, misto de revolta e dor. Corroa meus intestinos com sua força descomunal. Não seria novidade nenhuma se descobrissem um cancêr me comendo velozmente por dentro. Eu sofreria. Para alguns seria o supra-sumo, para outros a indiferença. Para mim a purificação do milagre. Aumento o volume da caixa de som. A valsa transforma-se em pastiche pop-rock. Convido Dona Morte para dançar comigo. É a última música. Sua chance de conduzir para onde quer que seja. Seu hálito acebolado não me amedronta mais. Eu me acostumei. Giramos pelo corredor até a cozinha, executamos os passos com precisão. Quando me dei conta, é a Senhora que está na porta da sala, se despedindo, mandando beijinho, balançando a mãozinha, dando uma piscadinha. Espera aí, não vá agora. Eu volto, querido. Porque adiar a dor mais ainda, quando poderia ser agora. Suas malas não estão prontas. Come mais um pedaço da torta. A mal-educada sumira. Havia preparado o jantar com tanto carinho. Essa dor é por causa de um amigo não ter me respondido um e-mail. Finge não me conhecer, fingirei tão bem que ele se sentirá magoado. Não foi com o procurador? A vida não é como gostaríamos que fosse. Vou imaginar um final feliz, após todo o sofrimento e provação. É o percurso do herói. Do sofrimento à redenção.
14 de abr. de 2007
Admiro os amantes pelo significado dado ao beijo.
O que é um beijo, senão a ânsia em preencher uma ausência.
Beijo essa sua boca porca, na certeza de que não vai embora mais.
De tanto beijar, sai do cinema nauseado. Temi pela minha vida. Arrependeu-se tarde demais. Qualquer hora, essa tua hemorróida pula para fora.
12 de abr. de 2007
11 de abr. de 2007
Na escuridão da folha branca do caderno, fujo dos temas propostos. Distante meta de ferramenta, de linguagem. A vergonha que acabei de passar. Quem era aquele homem. Levantei-me porquê? Poderia ser um assessor qualquer. Jamais se identificam. Nos solitários se colocam flores e a perspectiva se desconfigura. Daria uma bola, um doce e uma bala para ser aquele solitário na mesa da taverna. Admirar meu dorso no reflexo do anel de brilhante. Claro que há um anel. Este seria um outro post publicado sem nenhuma revisão, viver assim é como rodar o tambor do revólver com apenas uma munição. Um desrespeito pelo que poderia haver de melhor dentro de mim. No metablogging me equivoco sempre.











