Não o conhecia. Vamos ver o que este senhor vai nos apresentar na cerimônia de encerramento do Jogos Panamericanos de 2007
28 de jul. de 2007
Judo Pan 2007: Luciano Correa (BRA) vs Sergio Garcia (MEX)
Revejo, revejo, revejo e não entendo, como num ato violento pode haver tanta poesia.
27 de jul. de 2007
Há quanto tempo não escrevo uma crônica. Desde o penúltimo BBB. A vontade de ninguém me invade violentamente. Ouvidos a gritar murros secos. Continuar seria desistir e definitivamente revisões cor-de-rosas deixarão seus óculos de sol sobre a mesa. Eu inclusive havia feito um roteiro. Sério. Estou ficando dedicadinho, picadinho. Sigo orientações da professora peagade. (Mentiras!) Há um rascunho escrito com giz de cera. Mas ceras são quentes e as estátuas se derretem ao enfrentar esse calor de sangrar o nariz. Queria comentar o panpanpanpan. Conversávamos o polícia e eu no messenger. Ele a exibir todo seu vigor suculento. Não via a hora dele se satisfazer. Estava maçante. Eu queria apenas depurar os fatos. Contar nossos mortos. Havia muita mosca. Mudou de assunto. Corpo bronzeado, inveja dilatada. Estou morrendo de saudade de você. Se fosse verdade, as fotografias teriam chegado também na minha caixa-postal. (Tenho acompanhado suas missões pelos jornais cariocas, tesouro.) Seu comandante deve estar orgulhoso. Pode me ligar quando quiser. Mais uma outorga debaixo da chuva que não cai. Queria também comentar o furo vinculado na Folha de São Paulo e/ou a reportagem investigativa vinculada no Correio Braziliense. Meus Deus! A revolução chegou até as redações. Estou com medo. Protegei-me. Temos um novo ministro que sucumbirá diante tanta arrogância. (É profeta, agora?) Há também mais uma oficina. Ah! O tempo em que freqüentávamos os portais adornados de patrocínios. A esperança na terceira geração. A arte e os libelos pendurados na parede. Esse modem, essa conexão, esse reiniciar sem fim. Outro freguês a me interromper. Outra consulta, diagnósticos apressados. Estou perdido nesse labirinto sem paredes. Concluir, eis a aventura do dia seguinte. A multifuncional. Fax aos milhares a me dizer hoje não, hoje não, hoje não. Esqueço o passaporte em cima da mesa. Imagens distorcidas. Vamos ao menos ao barbeiro delinear essa barba e ao chegar em casa espanar os móveis. Ctrl+A. Delete.
24 de jul. de 2007
Você sempre me surpreende. Quando menos espero, seu email chega na minha caixa-postal. Isso é muito bom. Quanto a vontade de esquartejar quem me incomodava passou totalmente. Persuadi o temporal a desaguar em outra chapada. hehehehe. Ademais, advogado criminalista, eu já tenho. :P. Aliás, o que eu mais tenho são amigos advogados. Não dou nem bom dia, sem consultá-los antes.
A propósito, queria saber se você deixou de lado aquela idéia ridícula de tão nojenta. Não me imagino provando o sabor do sêmen de ninguém, ok? Por mais gostosa e apetitosa que essa pessoa possa ser.
Beijos, beijos, beijos e um longo abraço apertado.
P.S.: Vamos nos encontrar num lugar bem simples só para eu ter certeza de que ainda consigo lhe proporcionar prazer. Pensei que você gostasse de bis. Eu quero um bis. Só para lambuzar seus lábios de chocolate.
23 de jul. de 2007
Lá em baixo, encontra-se ainda aqueles amores equivocados que deixei guardado na gaveta do criado-mudo. Você e sua truculência... Eu estava brincando. O mal humor fermentado esquivava-se de jogos sutis e indecorosos. Dedo não vale. Lamber é covardia. Lágrimas só para o sorriso. O lúdico afastava-se da cama, arrastando-se no piso emborrachado do lavabo. Ele sorria apreensivo. Eu gritaria a dor, se não fosse acordar nosso gato de estimação. Cavalgadas. Cavalgadas. Trote. A gente podia tomar café da manhã juntos. Tarde demais. Dois erros, eu desculpo. Três, não. Liguei a TV e fingi interesse na reportagem exibida. Um outro avião caiu, antes que dissesse onde, mudei de canal. Tragédia já me basta a nossa. Judocas lutando por uma medalhe de ouro. Deixa ai. Tarde demais. Joguei o controle próximo da jaula da fera e levantei-me ainda meio tonto. Fique com o controle, o cedro do poder que você acredita ter. A porta me convidava a tomar um ar fresco. Sua fumaça me entorpece. Seu perfume me cega. Aonde você vai? Sem você, a lugar nenhum. Me leva para onde a vertigem revoga as preces. Suas idéias me fustigam. Sorri com metade da boca. Ainda estava dolorida. Havia uma varíavel de sofrimento inexplicável até o momento.
21 de jul. de 2007
Esse cara parece que sabe. Foi o que escutei ao descer as escadas do palco, saindo pela coxia. Sem olhar para trás. Sem pedir lenços. Sem me lembrar de pagar a conta. Se é que consumi algum álcool exportável. Sentia-me confiante. Se o puto se atrevesse a revelar sua identidade, eu lhe desculparia todas as noites doloridas de tão carnosas, todos os beijos secos, todas as sandices. O rímel me borrava a lágrima grossa. E mais grossa ainda seria minha resposta à cantadas oportunistas. Estão te gritando. Não é por mim que eles gritam. É pela personagem. Eu não sou nada. O que a gente faz? Ignora. Troquei a camisa suada por uma regata emprestada. Cheiro de cachorro molhado. Olhei para o dono da camiseta. Sim, você me lembra um cão, balançando a calda para o dono, quando este lhe balança a guia da coleira. O cão arrasta o dono pelas ruas, jamais o contrário. Não por acaso chefiava a segurança. Agradeci o trapo. O pessoal quer mais. Não consigo ser sonho de valsa em noites abafadas. Estava difícil contar as estrelas do céu. Os vultos me causavam vertigem para não dizer ojeriza. Se o ambiente fosse mais mix, pediria outro explosivo. A noite agora é do DJ. Vou dar saltos mortais na pista. Desidratar o organismo até a convulsão. Claro que narrava a história com mais clareza e pormenores que não convém expor aqui, num lugar tão sem privacidades. Até porque, nunca pude ser safo na frente da enfermeira. Ela não entenderia (volta e meia ele era preconceituoso). Ela chorava enquanto ria, esquecendo-se às vezes que estava suturando um ferimento. Antes tivesse ido fazer o certo. Conta de novo. E a cada repetição surgia fatos novos. Chopp escuro no bar do Alberto. O cara tinha um piercing na língua. Isso a deixou curiosa. E como é? Há de ser suave o beijo. Abre a boca e deixe ele umedecer a jóia na sua saliva. Que ele prescute o ritmo descompassado do seu coração. Hmmmm... Deve ser muito bom. Ele vai meter a mão debaixo da tua blusa. Não resista, pois será tarde demais. Pronto. Um dia eu volto lá e será muito divertido.
Era um sangramento atípico, mas a conversa com o doutor engenheiro, me libertou. Posso voltar a viver as estripulias do galho seco com os símios de patas pesadas e faixas pretas amarradas nas cinturas. Se era só por diversão, porque a buffet de chás e cogumelos-cerejas? O sentido inverso das cartas não respondidas, Marcinho. Ah!... Compreendi, mesmo não conseguindo explicar. (Ele não enganava nem a si mesmo. Quantos ippons ainda serão necessários para nos convencer que tortas não são necessariamente de morangos e o amor, de manhã, quando abrimos a janela do quarto para desejar bom dia ao lago, continua nos surpreendendo com seus saltos quânticos. )
Tive que terminar este post de qualquer jeito. A enfermeira (Não pensem que temos um caso. Cumprimento todas minhas amigas com selinhos sentidos.) chegou de surpresa. Sem avisar, nem ao menos telefonar. Surpresa! Queria te flagrar com essa cara de ressaca. Descabelado. Roupas de estranhos espalhadas pelo chão do quarto. Nada disse. Decepcionou-se, talvez. Voltei a me comportar. Cópulas a granel só quando Baco permitir e mesmo assim, se eu não tiver recolhido um desses animais SRD que retardam nossa noite. E o rapaz do piercing. Está no banho. Para quem não gosta, você está muito interessada, não? Curiosa em conhecer sua nova aquisição, somente. Depois as amizades terminam na cama e a gente não sabe explicar porquê.
11 de jul. de 2007
10 de jul. de 2007
5 de jul. de 2007
Salve 4 de julho!
3 de jul. de 2007
27 de jun. de 2007
25 de jun. de 2007
23 de jun. de 2007
Apesar do corte lhe cair exatamente na altura dos ombros.
2 de jun. de 2007
Radiohead - Creep V Festival 2006
Poderia ser uma canção de amor. Mas nunca sabemos com quais versos iremos concluir o poema.
10 de mai. de 2007
Sou mesmo um verme.
Há meses queria vincular meu weblog... blog... diário virtual... (Eita porra! Eu tenho vergonha de assumir a paternidade do caderninho de LCD, por isso a hesitação em denominá-lo.) Começando de novo. E sem digressão! Esse texto já não pertende, mais a racionaliade... Joaninhas não podem pisar nos seus pés. Dança com ele. Ritmo a gente marca no estralar do batidão. Dói na altura do diafragma. Deixa de ser veado, berol! É figado. Tenho certeza. Sou fraco. A bebida é forte. A medicação comprada com receita azul. Potência 10... Publicar algum vídeo do youtube, assim que conseguir chegar em casa. O âncora me persuadiu. Marinheiros e suas tatuagens. Nos dois bíceps. Meu tríceps. A mulherada delira, se vangloria ele para mim. (Furo teu ego com alfinete de segurança sem você se dar conta do quanto o mal pode ser traiçoeiro.) DiCla, (Oi, Qto tempo!), cá estamos nós aqui de novo, tirando do teclado pentelhos de ontem à noite. (São seus? Meus, não! Então, eram meus.) Tu me deixas falando sozinho. A tela do monitor passa a ser meu espelho, mas essa nossa imagem distorcida, me desmotiva. Não és tu visto aqui. O labirinto do castelinho. Chupei um cumulonimbus com a língua esfolada. A vertigem de querer transpor aquele muro rapado. Caíria numa coberta piscina semi-olímpica aquecida. Ofurô carioca. 2 a 2 no tempo regulamentar. Sua boca fervia impropérios onde lugar nenhum se projetava sobre a ponte de balanços de cordas soltas. A medicação começa a fazer efeito (foi aqui que parei, voltei e comecei de novo), não deveria ter tomado aquela copada de vodca. Vomitar, o desperdício interminável. Não posso cometer erros, type, type, type, type, type e finalmente... TYPE. Vai sair um droga de texto, mas o ar que respiro transita por todas aquelas sensações proibitivas. Metido rapaz. Lábios espessos. Umedecidos. Me arrancavam os pêlos do braço. Minha orelha goma de avelã. Seu perfume doce, meu mar no cio... Cítrico. Levemente feminino. Só que tem um problema, disse-lhe. Só deixo entre as coxas. Então, vamos para um motel. Você vai ser minha indiazinha. Sorriu. Mostrou bem os dentes. Depois ficou sério. Até demais. Não gostei da piada. Mas o cérebro chacoalhava minhas pernas e me faltava sangue nos olhos. Ai! Que vergonha. Ah! Que delícia. A sensação de que minha alma se desprendeu do meu corpo. A melodia me rodopia. Sou o biruta a medir a força da tempestade. Um sol a lançar bolas de fogo sobre mim. O peso da força da energia vital. Não me morde. Gado meu é marcado. Na abundância do orgasmo, esqueci meu nome, me arrependi de não ter levado uma caneta e desafinei no penúltimo acorde do arranjo. (Sexo anônimo numa blitz do BPtran, não teria sido diferente, né Isabelle?) O lixo recolhido da mesa, DiCla, não é apenas resto de papéis amassados meticulosamente. Há um pouco da gente ali dentro. A perda só não foi maior, porque a letra de "Creep" continua atual. I don't belong here. Acho mesmo que jamais pertencerei. Talvez um dia o revise, querido amigo, por enquanto vais ficando assim. Passe bem as próximas 24h. Volto se Ele permitir.
21 de abr. de 2007
Nessa nossa guerra íntima, escolhi o lado que vou ficar. Atravesso os limites da espionagem sem dever nada a ninguém. A minha moral é meu guia, capitão. Me dá licença. Mulheres japoneses teriam histórias a nos contar? Meninas yanomamis teriam histórias a nos contar? Para quem se entusiasma por gemidos sufocados por lágrimas, o espetáculo bate a porta. Senta. Acalma o coração, tenta nos dizer como você foi violado. Foi estupro. Um sumulado, portanto. Nem por isso menos violento. O quando vejo os camuflados em ação, sinto vontade de ligar. Ainda não é o momento.








