16 de jun. de 2012



De Taunay a Nava: grandes memorialistas da literatura brasileira
Prof. Dr. Paulo BUNGART NETO (UFGD)

RESUMO:  O trabalho apresenta um panorama da produção de alguns dos principais memorialistas brasileiros,  de românticos de fins do século XIX tais como  Visconde de Taunay, Joaquim Nabuco e José de Alencar, até os modernistas da primeira metade do século XX (Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, José Lins do Rego, Erico Veríssimo, Murilo Mendes e Pedro Nava, dentre outros).  Pretende-se demonstrar também de que maneira o gênero memorialístico aparece bem representado na atividade literária de escritores sul-matogrossenses como Otávio Gonçalves Gomes, Ulisses Serra, Elpídio Reis e Manoel de Barros, através de crônicas, poemas, autobiografias e volumes de memórias que retratam, além da vida pessoal de seus autores, a inserção cultural e identitária do Mato Grosso do Sul como nova realidade fronteiriça.

PALAVRAS-CHAVE: literatura brasileira, memórias, memorialismo modernista

15 de jun. de 2012

ACABOU-SE
Quando ela me perguntou, se eu queria namorá-la, não imaginei o furor da sua paixão. Sinto falta da sua voz, apesar de estarmos tão próximos. (In)Sensato! Eu?! Sensato. Sem. Maçante. Inpertinente. Eu te amo. Voz sua ecoa pela cozinha. Onde estaria sendo a turnée? Ouço de dentro do meu coração.

Insensatez
(Tom Jobim/Vinicius de Moraes)

A insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração quem nunca amou
Não merece ser amado

Vai meu coração ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado.




How Insensitive

How Insensitive
I must have seemed
When she told me that he loved me
How unmoved and cold
I must have seemed
When she told me so sincerely
Why she must have asked
Did I just turn and stare in icy silence
What was I to say
What can you say when a love affair is over
Now she's gone away
And I'm alone with the memory of her last look
Vague and drawn and sad
I see it still
All her heartbreak in that last look
Why she must have asked
Did I just stare in icy silence
What was I to do
What can one do when a love affair is over

11 de jun. de 2012

berardinelli

IMPRENSA

A Feira do Hip-Hop é um evento idealizado pelo rapper Dam MC, em parceria com a Singelo Hip-Hop, produtora de eventos em Brasília. A primeira edição foi realizada em 02 de outubro de 2010, no Teatro da Praça, em Taguatinga. Na ocasião, o evento contou com shows de Ataque Beliz, Abuhsca, Flowgados, Markão Aborígine, Diga How, Cleyton MC, Nine Ribeiro, Nego Dé e Coletivo Aquilombando, além de discotecagem de DJ Esh e debate com Japão (Viela 17).

O evento foi batizado como "Feira" para transmitir a diversificação de atrações. Há espaço para todos os tipos de manifestações da cultura de rua do hip-hop: shows, exposições, debates, oficinas, batalhas e vendas. O objetivo é oferecer um amplo leque de opções dentro do universo do hip-hop, trazendo o público para perto de seus ídolos.

A Feira do Hip-Hop foi concebida como um evento independente. Após a primeira edição, porém, chamou a atenção do mercado e adquiriu novos parceiros e colaboradores, bem como o apoio de empresas, instituições e governo.

Nessa segunda edição, o evento expande os horizontes e abre espaço para a participação de atrações oriundas de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Entre os artistas convidados para a Feira deste ano, estão: Marechal (RJ), Kamau (SP), Flora Matos (SP), Rashid (SP), Terra Preta (SP), Xará (RJ), Ogi (SP), Rincon Sapiência (SP), Karol Conká (PR), Cabes (PR), AXL (SP), Max B.O (SP), Terceira Safra (SP), Slim Rimografia (SP), Abuh (DF), Ahoto (DF), Rapadura (CE), Firma dos Scratches (DF), Hadda MC (DF), O evento contará com duas batalhas, sendo uma de MC's (1 versus 1 - valendo R$ 1.000,00) e uma de Break (4 versus 4 - valendo R$ 1.000,00). As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas no local do evento com até 1 hora de antecedência.

Serão realizadas também oficinas com o produtor Luiz Café (RJ) e debates com o jornalista Gilberto Yoshinaga, editor do site Central Hip-Hop e autor da biografia de Nelson Triunfo, e Markão Aborígine, que além de Rapper é Conselheiro Tutelar e Educador popular e fundador da Frente Candanga de Hip Hop Contra a Corrupção e Coletivo ArtSam.

SERVIÇO
Data: 08 e 09 de abril
Horário: 13h ás 23h
Local: TaguaPark, Pistão Norte -  Taguatinga
Censura: Livre
Ingresso: R$ 10,00 cada dia
Pontos de venda: NegroBlue (Conic) e Bambaata (Goiânia)
Informações: www.feiradohiphop.com.br

7 de jun. de 2012



Você pode sair de dentro desse barracão e gritar.

3 de jun. de 2012

Na missão dos arrebenta


Sonhos fragmentados com o  delegado Fornazze me pressionando. Recusava-me  a lhe entregar  o serviço.  


Levantei-me e fui caminhar, antes de ir para o treino.  Um banho de esperança, afim de me livrar do sa do suor l que me ardia a pele. Voltei com essa história.

"Deixa passar o carnaval. Um telefonema de Ponta Porã me acordará de madrugada. As mesmas perguntas. Sou  induzido ao erro de acreditar na capacidade de perdoar do tempo.  Convencido, me dirijo à Base Aérea de Brasília e embarco a caminho de  Assunção.  


O mormaço em guarani me ofusca as idéias. Uniformes camuflados vicejam nódoas, iguaizinhas aos de outrora que eram pretos. Ironia. Eles saem do mesmo guarda-roupa. Foram confeccionados na mesma alfaiataria. 


A arquitetura dos barracos de alvenaria mudou, menos a estrada de terra que leva meu coração até o cativeiro. Estou a três horas de resolver meu destino.


Dessa vez, sonhos-de-valsa comprados na loja de conveniências do posto de gasolina, naquele mesmo posto de gasolina, onde o  encontro casual se esbarrou numa cabine de um banheiro, derreterão esquecidos no porta-luva da S10 prata.


Ao chegar em casa, encontrarei Fornazze preparando um carneiro à moda dos carcereiros. Seus colegas me cumprimentarão e se despedirão de nós, alegando irem atender uma ocorrência. 


Fornazze  me  ajudará com as malas até o quarto; me  convencerá a tomarmos banho juntos; contará que acabou de aumentar sua coleção de armas com  mais um  Glock  que tomou de um traficante,  "depois eu te mostro"; começará a narrar suas histórias inverossímeis que me irrita tanto quanto irritaria um promotor da vara de Direitos Humanos. Reclamará da minha barba.  Pedirá que eu corte as unhas. Nesse momento, interrompo-lhe.


Agradeço sua hospitalidade,  sua confiança em compartilhar seu diário-de-bordo, seu empenho em recomeçar,  mas  sugiro, delicadamente, que  atraque sua lancha em outro píer, que procure outro porto seguro para seu  porta-avião, que deixe de fazer mira numa moeda no ar.


Ao sair do banho, escorrego na louça da banheira. Caio nos seus braços e fica difícil manter um argumento convincente. 


O passado prevalece sobre confissões anônimas.

2 de jun. de 2012

Umbabarauma

Nike em grego antigo: Deusa da Vitória. Vitória por ter vencido o outro ou a si mesmo? No primeiro caso, somos corruptíveis; no segundo, exemplos de superação.


Umbabarauma

1 de jun. de 2012


GuitarHouse
Moderador
14
# abr/05

A origem da palavra orquestra está no vocabulário grego. ORKHESTRA queria dizer "lugar destinado à dança".
No século V a.c., os espetáculos eram encenados em anfiteatros ao ar livre e "orquestra" era o espaço situado imediatamente em frente à área principal de representação, que se destinava às evoluções do coro, que cantava e dançava. Também nesta área ficavam os músicos instrumentistas.
Séculos depois, mais propriamente no início do século XVII, na Itália, as primeiras óperas começaram a ser executadas. Como eram imitações dos dramas gregos, o espaço entre o palco e o público, destinado aos músicos instrumentistas, também ficou conhecido como "orquestra". Daí a se batizar o grupo de músicos como ORQUESTRA não demorou muito.
Nos dias de hoje, usamos a palavra ORQUESTRA para designar um grupo de instrumentos que tocam juntos. O número de instrumentos pode variar entre um grande número (ORQUESTRA SINFÔNICA) e um grupo reduzido (ORQUESTRA DE CÂMARA).
O que determina o número de instrumentos é a combinação orquestral pensada pelo compositor para expressar suas idéias musicais e podem ser as mais variadas possíveis.


E a filarmônica?

Bem, uma orquestra FILARMÔNICA, na sua origem, em nada difere de uma SINFÔNICA quanto à quantidade de instrumentistas. As duas se diferem apenas na sua natureza, pois as FILARMÔNICAS eram orquestras mantidas por grupos de admiradores, enquanto as SINFÔNICAS são orquestras mantidas pela iniciativa privada ou governamental.
Sinceramente, hoje não se pode dizer no Brasil que haja uma orquestra filarmônica, pois todas, sem exceção, dependem do auxílio seja da iniciativa privada, seja dos governos municipal, estadual ou federal.


In: http://forum.cifraclub.com.br/forum/13/84104/

25 de mar. de 2012

esse vídeo é só para quem sabe o que é fazer cocô agachado no buraco de uma cisterna de madeira. Eita medo de cair na merda. Hoje, vivo no exílo. E vida de exilado por mais conforto que haja é deprimente.

19 de mar. de 2012

25 de fev. de 2012

Se não sabe brincar, não desce para o play



Entre uma faixa e outra do  novo álbum da cantora Fernanda Takai, discutíamos sobre a real necessidade daquela tempestade que abafara o dia quente. Já se passava das três da madrugada. Se Smirnoff Ice causava o mesmo efeito que uma limonada suíça no parceiro; em mim, deixou os marinheiros batendo na porta do convés. Era a senha. Hora de um exame suficientemente perfunctório a ponto de fazer o lacto-coke submergir em cena, manchando o macio couro do recamier cinza, e o tapete persa, e o porcelanato do lavabo, o grande reto abdominal, e a calça  jeans  do cidadão na altura do joelho. O estrago do álcool na mente do maníaco. cinco por cento de teor alcoólico. De limonada suíça  aquela porra não tinha nada. Havia tantas garrafas long neck agrupadas ao pé da mesa, que poderíamos chamar a turma do Arregaça para  um torneio de boliche. você, gosta de boliche? sinceramente, não. prefiro sinuca. E eu, achando que estava caçando, quando na verdade era presa  fácil na boca de um exímio predador. A desova  foi ali mesmo no caminho de quem passava, olhava, admirava, invejava. No banheiro para se lavar a luz ofuscou o tapa na cara: estou noivo, a marca da aliança que o sol não bronzeou. Então porque agora não para de me ligar.  Não vou  te atender. Você teve a tua chance. Um esplendido cohiba cuja fumaça embebeu a minha alma.

20 de fev. de 2012

Rasta Lion 2007 - Reggae From Israel



e eu que reclamava dos preconceituosos, mas ainda estou pra conhecer um sujeito mais preconceituoso que eu. Passei toda minha adolescência ouvindo música erudita porque minha irmã dizia que rock'n'roll fazia apologia ao Satanás (ai que medo que não sinto mais). Uma sonoridade que me excitava; depois me mantive longe do movimento Hip Hop, crescendo na porta da minha casa, na Ceilândia, porque na minha concepção faziam apolgia à criminalidade. E, uma sonoridade que me desconcertava. Finalmente, tentei, juro que tentei, me manter longe do reggae, mas a curiosidade move minha criatividade na velocidade de 15 megas, e cá estou me segurando para não começar a girar pelo salão como um pião ensaidecido movido por uma bateria de carbonato de lítio. Estou aprendendo que não preciso aderir ao estilo de vida de quem quer que seja, tampouco preciso me inserir num grupo social para experimentar a natural cartase que os acordes harmoniosos que o ritmo do surto podem nos proporcionar. Como disse Sergio Loroza, ainda há pouco, na programa Faixa Musical do Canal Brasil: "axé para quem é de axé, aleluia para quem é de aleluia, shalom para quem é de shalom, salamaleico para quem é de salamaleico, amém para quem é de amém, e namastê para todo mundo. Estou pronto para voltar a escrever. Proust, Joyce, Saramago e Clarisse, me abençõe. Macunaíma renasce em mim.

16 de fev. de 2012

Manoel de Barros: Só dez por cento é mentira parte IV



Transcrição da fala do Fausto:

"Eu acho que nasce um Manuel de Barros e cada 10.000 anos, como nasce um Joyce, nasce um Skaspeare, um Cervantes, um Molière. Por que eu digo isso? Porque o mundo precisa dessas pessoas para recordar a sua humanidade. Nós estamos vivendo num mundo praticamente automático, bobo.
Quando aparece o Manuel de Barros, ele aparece para fazer uma divisão de águas. Ele aparece para dizer: 'olha, vocês não estão vivos para isso. A idéia do ser humano é outra."

9 de fev. de 2012

Mahamritunjaya mantra



OM. Tryambakam yajamahe. Sugandhim pushti-vardhanam. Urvarukamiva bandhanan. Mrityor mukshiya mamritat.

Deu trabalho encontrar para letra. Desconfio que esteja errada.

MAHAMRITYUNJAYA MANTRA




Om Tryambakam yajamahe
sugandhim pushhtivardhanam
Urvarukamiva bandhanan
mrityor mukshiya maamritath


http://caminhodomeio.wordpress.com/2008/02/10/mahamrityunjaya-mantra/

hara hara amarnatha gange

Hara hara amarnatha gange

2x
2x Hara Hara Amarnatha Gange,
Kashi Vishvanatha Gange
2x Kashi Amarnatha Gange,
Kashi Vishvanatha Gange
2x Hara Hara Gautami Gange,
Kashi Vishvanatha Gange
2x Kashi Gautami Gange,
Kashi Vishvanatha Gange
2x Hara, Hara Mahadeva Shambo,
Kashi Vishvanatha Gange
2x Kashi Vishvanatha Gange
Kashi Amarnatha Gange.
2x
Gautami Gange . . . . .Hara, Hara
Narmade . . . . . . . . . .Hara, Hara
Jata Shankare . . . . . .Hara, Hara
Parvati Pate . . . . . . . .Hara, Hara
4x
Bom Bom . . . . . . . . . Hara, Hara

Hara Hara Amarnatha Gange,
Kashi Vishvanatha Gange.