Onde está escrito que viver é fácil? Lembre das aulas de história antiga. Volte a estudar história contemporânea. O sofrimento permeia as civilizações. Nem mesmo os imperadores protegidos nos seus palácios adornados de ouro e jóias deixavam de sofrer, de fome ou de amor. É inevitável. O sentido da vida consiste em sobreviver às dificuldades, me desculpe Ricardo Reis, na pessoa de José Saramago, que me ensinou... Não! A frase saiu da boca do mensageiro do hotel: “quanto ruim, nunca pior”. Com sua permissão, meritíssimo, eu chego à conclusão que a situação pode sim piorar. Então, abandono esse ranço de pessimismo que me acompanha desde que tomei conhecimento da sua obra, para me voltar ao sol do otimismo, bem clichê: “dias melhores virão”. Não importa se eu não estarei aqui para presenciá-los. Uns semeiam, outros colhem. Quando se está morrendo, cabe a gente amparar os amigos, acalmar os parentes, sorri para os médicos, estender o braço à enfermeira para que ela aplique a injeção com a medicação. Pegar o livro da cabeceira e continuar a lê-lo. Se a morte é tabu (suspenso somente em condições extremas) tanto no meio hospitalar, quanto fora, não vamos convidá-la para jogar truco conosco. Bergman é maluco em nos mostrar que poderíamos desafiar a morte numa partida de xadrez. O sueco entende da vida e nos ensina, quando tiveres que enfrentá-la use suas armas, seu talento, seu dom. Deus na sua crueldade incomensurável, quando nossa futura mãe entra em trabalho de parto, toma de volta nossas asas, era apenas uma outorga, e nos joga no mundo. Se eu chorei não foi por causa da palmadinha, era choro de desespero em saber que não mais cantaria para o Senhor. Em contrapartida, Ele nos presenteia com uma habilidade. Este “vai ser gauche na vida”; aquele vai ser todo ruim. Caberá a mim e a ninguém mais descobri-la ou desenvolvê-la. Em momento nenhum, alguém diz que será fácil. Revelar ao mundo nossas aptidões confunde-se com o próprio viver e cultivá-las, apesar das rasteiras e voadoras, socos e pontapés, demonstra nossa capacidade de sobrevivência.
15 de fev. de 2011
14 de fev. de 2011
Por que a gente bebe, mesmo sabendo que no outro dia acordaremos com a cabeça desparafusada, vomitando a alma? Já é Valentine’s Day. Por que a gente vai para cama com sujeitos que fustigam nossa carne a ponto dos Doutores Proctologistas notificarem as autoridades policiais? São Valentino passa a ser meu santo de devoção. Você vai passar por outro exame, corpo delito. Aguarda aí. O problema não era ficar nu perante o legista e o assistente; o problema era disfarçar a sensação de prazer ao fitar nos olhos castanhos amendoados do médico-chefe. Tenho medo de bisturi e agulha, mas não nas mãos do Doutor Altivez que acabara de entrar pela enfermaria perguntando pelo paciente. Ele não anda, ele marcha. Ele não pede, ele manda. Vai doer chefe. Nessas horas a gente perde a audição, como se os ouvidos estivessem sendo entupidos por potentes protetores auriculares; a vista se escurece lentamente, restando-nos pequenas luzes piscando. Você se entregaria ao sono, caso a voz, semelhante ao do Pai a nos dizer o quanto nos ama, não lhe chamasse repetidamente pelo nome. Nem comecei a sutura. Minha pele ouriçada, não por causa do ventilador ligado, mas por causa das ásperas mãos peludas afastando minhas nádegas. Se doer, você fala. Com certeza! Não vai doer mais do que as palavras do Catão. Eu sou homem. Eu gosto é de boceta. Sério, querido? Um fato não exclui o outro. Seus argumentos eram mais convincentes quando sentávamos lado a lado na aula de Topografia e Fotogrametria. Não tenta se justificar, ocultando o desejo que lhe estorva o sono. Brutus, o carioca previsível, havia me perguntado: você é capaz de ser fiel a um homem só? Sim. Com certeza. Quando a gente se completa... Desde que tome a primeira dose. Fala logo, porque se eu te pego com outro, eu te atropelo. Eu já tenho dois processos na justiça. Não quero mais fazer bobagem. Não quero perder essa oportunidade. O diabo mora na carência dos corações ausentes. Meu Valentine viajou e eu não sei como trabalhar a solidão. A literatura ajuda, ora confude. A gente acata a ordem de entrar no galpão destruído pelas chamas, para trabalhar nos rescaldos. Catão, do resíduo da nossa história sobraram apenas cinzas e hematomas. Estas, eu esconderei dos críticos. Aquelas, o vento se encarregará de dispersá-las, como se estivessem levando embora a lembrança do meu primeiro valentine.
Emocionado, Ronaldo confirma adeus ao futebol aos 34 anos
12 de fev. de 2011
um pequeno sol de bolso
11 de fev. de 2011
Midan al-Tahrir, daqui a algumas horas seremos apenas nós.
Adolescente iraniano conduzido à morte
Por enquanto, não consigo pensar em nada. Preciso antes absorver o impacto da fotografia.
10 de fev. de 2011
Palavras | Virginia Woolf
Coaching Literário: Os dez mandamentos de Horacio Quiroga
Para reduzir gastos, Senado corta horas extras de diretores e suspende concurso
Por fim cheguei ao apartamento onde ela morava e constatei que a placa na entrada, quando a olhei, indicava ambiguamente -- igual ao resto de nós -- que ela tanto estava lá quanto fora. À sua porta, bem no último andar do prédio alto, toquei a campanhia e bati, esperei e sondei; ninguém atendia; eu já começava a me perguntar se as sombras morrem, e como poderiam ser enterradas, quando veio uma criada gentil abrir a porta. Mary V. tinha estado doente por dois meses; morrera ontem de manhã, na mesma hora em que eu gritava seu nome. Nunca mais, assim, hei de encontrar sua sombra.Woolf, Vírginia. Contos Completos. Trad. Leonardo Fróes. CosacNaify.1ª Ed.
9 de fev. de 2011
4 de fev. de 2011
8 de jan. de 2011
28 de dez. de 2010
12 de nov. de 2010
11 de nov. de 2010
Carlos diz: Caiu???
Marcitus diz: minha conexao caiu
Carlos diz: Machucou-se ??? rsrsrs Ah tá...
Marcitus diz: será q libriano combina virginiano? me machuquei sim, pq vc quer passar um gelou no meu hematoma? rs tem q fazer fricção com bastante força, pra surtir o efeito esperado. rs
Carlos diz: Hummm posso passar sim...
Marcitus diz: ai, ai
Carlos diz: rsrsrsr Mora com os pais?
Marcitus diz: com meu tios e vc? casado?
Carlos diz: Solteiro
Marcitus diz: sim rs e vc? namorando?
Carlos diz: Ocupado?
Marcitus diz: não. estava no site da folha, lendo as noticias
Carlos diz: ok... que trabalho bom rsrsrsrs
Marcitus diz: pois é. mas não tenho hora de almoço e só tenho hora pra chegar. e vc está no serviço?
Carlos está convidando você para Assistência Remota. Deseja Aceitar (Alt+C) ou Recusar (Alt+Z) o convite?
Carlos diz: não, estou em casa mesmo. cliquei errado aqui
Marcitus diz:hmmmmm
Carlos diz: Estou em casa mesmo
Marcitus diz: hummmm. ok. acontece, rs. curtindo o ócio criativo? ou apenas navegando na web?
Carlos diz: Almocei ainda há pouco e estava dando um tempo para ir para academia...daí vc entrou.
Marcitus diz: hmmmm... não me diga q foi vc mesmo q preparou seu almoço? rs
Carlos diz: rsrsrs foi não...
Marcitus diz: sabia. são todos iguais.
Carlos diz: não cozinho....emora saiba rsrsrs como asim??? todos quem??? embora
Marcitus diz: os homens em geral, rs. eu adoro cozinhar, rs
Carlos diz: rsrsrs mas eu sei, mas é que leva tempo...cozinhar só pra mim.
Marcitus diz: principalmente para quem é bom de garfo. rs
Carlos diz: Eu sei, mas não gosto.Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm. Eu sooooooooooooooooooooooou
Marcitus diz: minha especialidade: massas, peixes, saladas e sucos. alias, adoro germinar sementes.
Carlos diz:Hummm que elgal!!!!!!
Marcitus diz: eu por mim só comeria brotos de alfafa com file de salmão. prefere vinho, cerveja, uisque ou licor? O q um homem bebe diz mto sobre ele. rs
Carlos diz: E se ele não beber nada????
Marcitus diz: tb gosto de servir café da manha na cama, mas não a ponto de deixar o cidadão mal acostumado.
Carlos diz: rsrsrrs. sorte do seu namorado
Marcitus diz: se ele bebe somente agua (ou sucos) já dá pra se ter uma ideia
Carlos diz: rsrsrsr. é o meu caso
Marcitus diz: não sei. não poderia falar por ele.
Carlos diz: Ele deve ter sorte. Começou a chover aqui agora
Marcitus diz: adoro chuva, principalmente qdo estou debaixo do edrodon, rs
eu acho q ele tinha sorte. mas não é bom falar no "falecido". costuma não dar sorte. rs
Carlos diz: rsrsr desculpa...pensei que ainda estivesse com ele...
Marcitus diz: o q passou passou. agora é bola pra frente. não estamos juntos há algum tempo
Carlos diz: Entendi
Marcitus diz: parodiando o poetinha: "foi eterno, enquanto durou."rs. gosta de literatura ou prefere cinema?
Carlos diz: Hoje, mas cinema
Marcitus diz: hmmmm... cinema ou DVD (TV a cabo)?
Carlos diz: Os três
Marcitus diz: depois q inventaram a facilidade do DVD e do pay-per-view, nunca mais quis enfrentar transito
e fila em shopping, rss. sou mto caseiro.
Carlos diz: Eu gosto da telena
Marcitus diz: eu tb rs. aliás, tudo pra mim é melhor no surpelativo, rs
Carlos diz: rsrsrsr
Marcitus diz: a proposito, qual seu tipo de filme favorito?
Carlos diz: Cara, eu gosto de tudo... eu vejo tudo
Marcitus diz: gosto de policiais, faroestes e comedias romanticas
Carlos diz: Eu gosto de tudo
Marcitus diz: mas sou apaixonado pelos filmes alternativos, cults e de arte
Carlos diz: legal
Marcitus diz: há algum filme q te definiria?
Carlos diz: Que pergunta difícil....parece uma dinâmica rsrsrsr não me lembro de cabeça
Marcitus diz:kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. obrigado
Carlos diz: rrsrsrsrs.Próxima
Marcitus diz: se isso foi um elogio. não tive a intenção de lhe incomodar. foi apenas um pergunta despretensiosa. agora é sua vez. rs
Carlos diz: rsrsrsr eu sei, mas é que não dei conta de responder...fiquei com medo de perder a vaga.
Marcitus diz: hoje estou mto verborrágico
Carlos diz: rsrsrrs
Marcitus diz: bobagem. se pensar bem a vaga nunca deixou de ser sua. vc apenas não quis preenchê-la (perdão pelo trocadilho)kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Carlos diz: Está de barba ainda ou só na foto? rsrsrrs eu tenho chance de conseguir uma vaga.
Marcitus diz:domingo, completará uma semana. pq vc gosta?
Carlos diz: Gostei
Marcitus diz: só costumo me barbear uma vez por semana. até pq não tenho necessidade de me barbear
todos os dias. se assim fosse, eu o faria.
Carlos diz: Mas na foto parace estar bem mais de uma semana
Marcitus diz: tem chance sim.
Carlos diz: Hummmmm. Vou largar meu trabalho então
Marcitus diz: sim, foto eu tirei no final das minhas ferias. larga não. nada impede de vc ter dois empregos. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Carlos diz: então não está mais assim. ok...vou continuar na noite então...sou coroa de programa ...eu era garoto de programa, mas a idade foi chegando...
Marcitus diz: tem uma semana q não me barbeo, mas se for necessario eu a deixo crescer.
Carlos diz: Hummmm
Marcitus diz: uisques mais velhos costumam ser o mais caros, não?
Carlos diz: Sim... Bem, vou ter de ir nessa...depois nos falamos acabou a minha folga. Brincadeira...não sou coroa de programa não...ia morrer de fome. Vou para academia agora.
Desculpe estar saindo correndo, mas se não me atraso...ainda vou trabalhar.
Marcio: Vas-y
ttvheloa: ikebana
9 de nov. de 2010
6 de nov. de 2010
Próxima segunda temos consulta com o Dr. Estranho. Eu, o cão e o curió. Foi a minha condição. Nunca me separar dos amigos. Não sei o que vai ser, mas eu acho que vou chorar, eu sempre choro diante autoridades, principalmente de delegados, principalmente em quartos de motel. Pela W2 ninguém nos via entrar. Todos sabiam que as pulgas beberiam do nosso sangue, se fosse possivel se perfumar assim tão só. Fecha parênteses. E antes da segunda-feira tem um sábado. Tenho medo dos finais de semana. Plantões, multirões, saraus, fantasias. Tenho medo. A intumescencia libidinosa não me visita. São tetas o leite que escorre virgem pelo canto da boca. São mamilos. Depois a puta aqui sou eu. Vou rasgar o verbo no consultório de quinhentos contos (era emergência, era emergência) espero que o cão confirme nossa história e o curió não me recrimine. Ah, o arroz de forno esteve perfeito. Quem reclamou, cochichou baixinho. Na hora, retruquei, se eu tivesse cozinhado somente para meu estômago, chamariam-me de egoísta. Quebra-cabeças possuem cinco mil peças, baby e não há nada que eu possa fazer pelo senhor. Quanto a discussão no palácio das togas, apenas observo. Lição acadêmica, bem assimilada. Voltemos a matemática. Status enche barriga e nos pendura cordão de ouro no pesçoco. Seco. Assim como a pele. É o frio. É o vento. É a falta de costume. É a novidade. Obrigado, Loba, pelos elogios. Vindo de você aguça o sabor da tangerina. Aos que tem lido e me ligado de madrugada, não se preocupem comigo, os planos de se jogar das cataratas do Niágara (lado estadunidense), abortei. Sim, cometi um crime. Em nome de um amor. Não há punição quando se ama demais. Contudo, tenho escrito sistematicamente cartas longas e sofisticadas. Perfume, bourbon e havanas. Nunca sabemos o cão e eu quando precisaremos de novo de dinheiro emprestado. A fundo perdido, nos lembra o Curió. Prostuição masculina tem nome. Sobrenome.
Felicidades meu amor!
Marcinho diz:
pro ce tb linda
Marcinho diz:
feliz ano novo
Marcinho diz:
estou aqui blogando para variar
Marcinho diz:
estou de licença medica
Marcinho diz:
hehehhe
Debbie diz:
pois é menino..e vc nao me mandou as coisas pro seu blog..eu nao me esqueci, viu?
Marcinho diz:
pneumonia, depressão e infecção alimentar
Marcinho diz:
eu sei
Marcinho diz:
nem mais o q eu quero fazer
Marcinho diz:
preciso aprender a usar as ferramentas q o blogger nos oferece, já estaria de grande ajuda
Marcinho diz:
colocar anuncios sei lá
Debbie diz:
credo Marcinho, vc teve tudo isso?
Marcinho diz:
www.pontocego.blogspot.com
Marcinho diz:
tive
Marcinho diz:
mas, sou um homem de fé
Marcinho diz:
Jesus cura.
Marcinho diz:
Cres?
Debbie diz:
vc é evangelico agora?
Marcinho diz:
sou catolico
Marcinho diz:
hehehhehe
Marcinho diz:
alias sou ecumenico
Marcinho diz:
falei sobre essa experiencia no meu ultimo post
Marcinho diz:
se eu não fosse religioso, não sei o q teria sido de mim
Debbie diz:
sim, vou ler.
Marcinho diz:
a depressão teria me engolido. Pois não haveria mirtazapina q desse conta da minha tristeza
Debbie diz:
credo Marcinho, eu sei como sao essas coisas.
Debbie diz:
voce tem que ter muita força e acreditar em si mesmo, na sua força acima de tudo
Marcinho diz:
é verdade.
Marcinho diz:
em momento nenhum desisti de mim mesmo. Fui um dissimulado. Um ator
Marcinho diz:
O poeta de Alberto Caeiro.
Debbie diz:
Lindo!
Marcinho diz:
tks
13:48
A receita segue abaixo para ninguém se perder.
Molho à Bolonhesa
500 gramas de carne moída de primeira
1 cebola ralada
3 dentes de alho amassados
1 colher de chá de oregáno
1 porção de salsa picada
3 colhores de sopa de oleo
1 colher de chá de açúcar
1/2 colher de sopa de sal
Refogue a carne no óleo e mexa até ficar bem corada. Junte a cebola e o alho, deixe murchar bem. Adicione o molho de tomate e os demais temperos e um copo de água quente. Misture bem e deixe ferver por 20 minutos.
5 de nov. de 2010
RE: HELP! Tire suas duvidas sobre o NaNoWriMo
14,628 / 50,000
Official Participant
Joined: Oct 13, 2009
Location: São Paulo, SP, Brazil
Posts: 18
Posted on:
Oct 18, 2010 - 21 09
Oi, Lucas,
Você pode escrever no programa que preferir, e depois colocar no site para contar as palavras.
Se você entrar em My NaNoWriMo --->; Edit Author Info, lá tem uma aba chamada "Novel Info". [Na aba word count, o editor do NaNo faz a contagem das palavras sem vírgulas e mostra no canto direito superior nosso progresso, comparando com os demais participantes e projetando em quanto tempo terminaríamos o projeto. No meu caso, na velocidade que estou escrevendo, concluiria meu romance somente em 2057. Sarcásticos, não?] Clicando nessa aba, você verá um "Word Count Validator". Ainda não dá para inserir nada lá, mas a partir de 25/Nov, você coloca o texto lá, e ele conta para você.
Antes disso, você coloca na janelinha lá em cima da página (estará do lado do seu nome) a contagem que o próprio editor que você tiver dará (o Word, que você citou, conta quantas palavras têm o texto que você colocou). Além do site, na thread "Softwares e gadgets para o NaNo" (no fórum Elsewhere :: Brazil), há diversas sugestões de softwares e ferramentas para ajudar a acompanhar sua contagem nos 30 dias mais legais do ano! :)
Happy NaNo!
Qualquer coisa, só escrever! :)
----------
In: http://www.nanowrimo.org/es/node/3702685
"Eu já arrumei meu desafio para novembro, juntamente com milhares de pessoas espalhadas pelo mundo: escrever um romance em 30 dias! Pode não parecer um desafio muito grande para quem vive escrevendo, mas preste atenção isso significa escrever 50.000 palavras, ou 6 a 7 páginas por dia, de 1º. a 30 de novembro próximo. Que loucura é essa, afinal? Trata-se do NaNoWriMo – National Novel Writing Month(www.nanowrimo.org), um concurso mundial iniciado em 1999 e que todo ano premia os vencedores desta maratona literária não com dinheiro nem com objetos de valor, simplesmente com um certificado internacional. Desde seu início, 6.335 participantes do NaNoWriMo venceram esse desafio. Alguns foram ainda mais além e publicaram seus livros. A grande sacada é fazer com que pessoas que vivem dizendo que escreverão um livro, mas sempre adiam o seu início, assumam um compromisso público com prazo determinado para realizá-lo. Por que compromisso público? Porque você deve criar um blog específico do seu livro e abri-lo para quantas pessoas quiser, ou para o mundo todo; assim, seu progresso vai sendo acompanhado e você ainda pode receber comentários que poderão ajudá-lo no desenvolvimento do livro."[grifo nosso]
In: http://blogdopaulista.blogspot.com/2007_10_01_archive.html
É um termo mais usado no mundo artístico. As celebridades 'low profile' não costumam aparecer em revistas , tampouco criam factoídes de si mesmas."
Enquanto isso, no chat do Nano
1667 8:06
[Que falta de ética! Meu cronista me enche de conversação, quando deveria estar compartilhando comigo e conosco seu cotidiano. Não que isso faça diferença ou me sirva para algo, mas compromisso assumido deve ser cumprido. Não importa se encontra-se perdido ou desmotivado.]
Quantas laudas por dia me fariam feliz?
"Uma lauda oficial corresponde exatamente a uma página formatada pelas normas da ABNT ( corresponde a aproximadamente de 1.800 toques ou 60 toques X 30 linhas).
O próprio word faz a contagem dos toques, que inclui os espaços.
Se precisar apenas da lauda sem ser a oficial, basta digitar em uma página com 25 a 30 linhas."
In: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20071107185156AA8kE1C
3 de nov. de 2010
Kingo Diretório Múltiplo (Kindim)
30 de out. de 2010
Saramago fala sobre Twitter
9 de out. de 2010
14 de jul. de 2010
19 de mai. de 2010
28 de abr. de 2010
27 de abr. de 2010
Dulcissima Maria
16 de fev. de 2010
experimentando o polêmico
Foi ótimo conversar com você, amigo da serra gaúcha.
Vamos voltar a blogar, a felicidade não se comprava na farmácia ao lado, era só escrever, escrever, escrever. Sobre o quê? Sobre a dor de não poder ser verdadeiramente quem se é. O fiscais me mostram as nuance que eu havia percebido. É carnaval. Meu primeiro carnaval longe da adicção. Estou feliz, mais uma vez e outra vez procratinando. Volte aos livros. Como disseram os Krishnas: "disciplina é liberdade'.
22 de jun. de 2009
Sobrenomes impronunciáveis tentam elevar minha auto-estima. Viva, o MSN. Viva, o ultrapassado Orkut. Tenho dono, amor, como você deve ter sido informado nos posts anteriores. Coleira machuca, mais que afaga. O cachorrinho não sabe latir quando quer parar. Irrelevante. Agora sim estamos juntos e comungando do mesmo alfabeto. Laranja denotava todo o tesão que estava por vir. Em cima da moto, ele parecia se masturbar. Mesmo assim, meus sorrisos se reprimiam atrás de tijolos verdes. Musgo, epífitas e afins. Se minhas falésias pudessem dizer bom dia correria atrás de toda jurisprudência, o direito de estar só desgustando uma partida de futebol. (Não será uma vírgula que trará sentido a minha vida).
A semana começou mal, até aqui nenhuma novidade. Nada do que me propus fazer conclui. O caderno escondido dentro do chip obrigá-nos a ler códigos aleatórios. Posso desistir, a mestruação não vai descer. Você foi minha maior decepção, meu pior investimento. Frase que ecoa dentro de mim, me torturando dia e noite. Escondo-me debaixo do travesseiro e deixo a fantasia me dominar. O estupro seria consequência se houvessem causualidades. Fragmentos tornaram-se moda e eu não sei como reverter toda minha imperícia. Talvez devesse me dedicar a sinfonia dos pobres, seus sapatos e suas camisas... Observe, Dicla, o estacionamento do shopping, lotou de repente. Tarde da noite procurava emoções, poderia ter sido assaltado, poderia ter acontecido o programa. Tragédia pessoal. Sim! Sou chamado a atenção: você amaldiçoou seu colega. Posso não saber louvar, mas minhas réplicas contundentes estraçalham o chumbo de nuvens fracas. Havia uma tempestade formando-se sobre meus pés. Alguém dissera algo contra mim e a carranca daquele que diz me querer bem tentava me intimidar.
Olha só, ÍMPIO, respondi-lhe, não construa argumentos sobre axiomas falsos. Foi fácil colocá-lo no seu lugar. Atrás do monitor do laptop, estrumes ferviam. Raiva muita raiva por não saber contra argumentar, me contradizer. As palavras que saem da minha boca são interpretadas como convém aos reis da corte. O bobo aqui não sou eu. Tirei a máscara, desci do salto, amarrei a luva e golpei sem pudor. Vocabulário abrangente faz diferença nessas horas, algum adjetivos anacrônicos e puff... jazia morto um desafeto. Cheirava a carne podre esquecida em gavetas mal refrigeradas. Os vermes em orgias celebravam a vida. Tive piedade dos tomates, tão vermelhinhos, mas a força tomou conta as minhas pernas e pude almoçar em paz, refrescando-me com as palavras da doutora: Você está muito bem. E repetiu com ênfase, você está muito bem. A doutora fita-me os olhos com se soubesse que se não fizesse assim suas palavras perderiam valor. Agradeci, vibrei, concordei. E quando perguntado se estava tudo bem, não pude deixar de contar-lhe uma história que ela classificou como assédio moral. Deixei passar a oportunidade de conseguir uma licença de seis meses. Gostaria de nunca mais olhar na cara dos ímpios. Resistirei até a cãimbra cansar-se de contrair meus músculos. Vaidade é o meu pecado favorido, disse o diabo. Inveja se afasta com folhas de arruda no colarinho do chopp escuro que escorria do copo quando o garçom nos perguntou se desejávamos mais uma porção de quibe cru.
19 de jun. de 2009
18 de jun. de 2009
Por entre túneis
17 de jun. de 2009
Juro,
Juro,
Juros,
Janeiros.
A grávida apresenta-se dentro de mim e nós partíamos para outro estacionamento de shopping supermercado parasita-paradisíaco-parabrisa. Junto e separado pela velocidade incandescente de bolas boleira-boleiro, ambos sentidos.
As críticas pulavam de janelas suícidas e eu me questionava sobre o uso indiscriminado de medicações cozidas em brasas azuis, cozinha do métier.
Para começar.
O vizinho me tortura com olhares enviesados. Ele quer. Eu quero. Quereríamos se não housessem clarisses e lispectors discutindo a conversão de deuses em heróis, semi-deuses. Esqueço para neutralizar a dor-dores-dolores de anteontem. Urge prática sistemática da lebre, nem tudo pode ser assim tão espremido numa fila de transeuntes nos quais pastilhas bonificadas flutuam em banheiras de motéis baratos da EPIA SAIS. (Quem conhece a capital, sabe onde localizar cruzeiros florences. Flórida, meu amor. Floripa, meu bem.)
O homem guapo esculpido em tragicomédias de latéx sensoriais, pudera, embora,b aó de barro. (Aqui ocorre a deixa que não consegui evitar: Tu Barão. "Vamos à feirinha comprar perdões desculpares.")
Erros sequencias sem tremas ou drenos numa única noite ensolarada. Vênus visível a olho nu implorava clemência. Inveja-invejosa de não ter sido convidada a participar do lachinho fast-drug-food. São efeitos. São Jerônino e Gabriel. Anjos que me livraram da vergonha do vídeo postado, vocês, leitores privilegiados, devem imaginar onde, porque e como. Vergonha e censura nessas horas andam algemadas por verdugos bonachões. Calças pretas, fardas puídas de tão amarrotadas. (O vizinho complacente comia no meu prato.) Vomitara minha alma para regozijo da platéia. Vermes, serpentes e mastros cúmplices da covardia. A carne tremia, sangue minava e líquidos alcançavam distâncias surpreendentes. Não ouso ser claro como aquela lua cheia lá fora. Pecados seriam culpas se não fôssemos tão simples-simplórios. Me sinto uma criança na primeira série das nossas capacidades sem saber o que fazer com que sobrou na carteira de couro de búfalo comprado no free shop holandês aeroporto. Aeroportos.
Portos,
Porcos,
Potrancas.
"Tenho cura, doutor?" "Você é mais atrevido do que supunha."
Hipóteses pipocadas de tão levianas. Paguei a sessão e embarquei no táxi conversível daquele vizinho (olhar cúmplice) citado anteriormente. Fui feliz? Por algumas horas.
Retornei a forma original dos copos opacos de bares pé-sujo? Não sei. Ninguém sabe. Saberemos, talvez, porquanto, algum dia. Tudo jogado, assim mesmo, como se eu estivesse desfazendo as malas onde escondia nossas, mais minhas do que tuas, esperanças; azuis, pois o céu nos ilumina e Vênus nos protege mais que vigia.
Amanhã continuo de onde parei. Assaltaram o velho no ponto de ônibus. Preciso averiguar. Quem sabe não surja um outro alter-ego a caminhar pelas ruas arborizadas da pequeno-metrópole-cosmopolita-provincianesca. Passo uma borracha quando puder. Quem se importaria se a verossimilhança viesse almoçar conosco? Ninguém, Ulysses. Repito, incansavelmente, ninguém. Boa sorte aos que conseguiram. Azar dos que tentaram. Franqueza e polidez têm limites.










