30 de set de 2006

Garcia: "o delegado disse que ia f... o Lula"

Em quem acreditar?
No Pássaro? Ou no Vento?
Resta-me aguardar.
E guardar:
O pó revirado pela brisa,
(Essa janela que não fecha.)
Os dólares que forram o cofre do lado de cá da prostituição legalizada.
Há versos borrados na mureta do jardim,
Um leão-de-chácara a se despedir de nós.
Amsterdã me prometia sonhos
E o que eu vejo daqui me alimenta
O ódio do tempo,
Em que eu ainda tinha inocência entre as pernas.
A Indiferença, minha parceira intelectual, me ensina:
Edmilsons não são Brunos,
E jornalistas comem com porcos,
quando lhes servimos pérolas.
Renovo minha esperança (nossa!)
A caminho da embaixada.

Sega Dreamcast - Wikip�dia

Onde te encontro?

PlayStation 2 (ps2)

Não conhecia por esse nome.

Entrevista com Leones (SESC-2005)

Chypre Cítrico

Da época em que o rastilho combatia radicais livres.

Carta Maior

De votos abertos e outros empecilhos.

29 de set de 2006

28 de set de 2006

Google Agenda

Quem sabe assim organizo o churras na chácara do Ccelinho.

22 de set de 2006

18 de set de 2006

Emir Larangeira - Escritor e Polêmico

Se eu não tivesse não tanto sono, iria coar um café para você.

16 de set de 2006

Desde aquele noite

Com o mesmo entusiasmo que me apresentei ao professor (sou escritora), sem titubear, respondi-lhe: "sou vendedora." Faltava-me um rumo, o prumo de Ariel. E as nuvens eram uma incógnita impossível de derivar. Na realidade, sou a mesma puta que me pariu numa sala asséptica de uma clínica conveniada do SUS. Um susto que sensibilizou a obstetra. Madrinha, seus presentes já não cabem mais nos meus sonhos. O rapaz a me oferecer uma porção de lactobacilos moles, transparentes, vivos. E eu duvidando do amor que todos depositavam devotamente em mim. Aos poucos, o ar, veneno-volante, me traz de volta à realidade. Eu vendo. Mentiras. Aquelas que eu nunca terei coragem de repartir com ninguém. Essa solidão, fumaça ansiosa que me arde nas retinas, me indica o caminho. De ágape em ágape, me convenço que a borda da piscina não é escorregadia, mas, por via das dúvidas (sempre elas), uso o capacete protegendo meu rosto com a balaclava que ainda me lembra o perfume, nenúfar com tabaco. Ontem eu sonhei com ele e não me dei o trabalho de me levantar para trocar o travesseiro. Molhado de tantos soluços. Era uma paixão, paizão, pezão, faisão, Paixão, que aprendi a contorcer quando ninguém (ela acreditava nos seus clientes) me observava.

A Livreira

Não cabe adjetivos na força dos verbos.

11 de set de 2006

9 de set de 2006

Viciados em Livros

Trocando aquela compulsão por esta outra.

6 de set de 2006

Primeiro Livro

Não quero mais brincar com você.

4 de set de 2006

2 de set de 2006

Wipipedia

Se eu pretendo abordar o assunto, tenho que estar muito bem informado. :P

Grupos do Google

acho que vamos nos divertir