10 de mai de 2007

Sou mesmo um verme.

Há meses queria vincular meu weblog... blog... diário virtual... (Eita porra! Eu tenho vergonha de assumir a paternidade do caderninho de LCD, por isso a hesitação em denominá-lo.) Começando de novo. E sem digressão! Esse texto já não pertende, mais a racionaliade... Joaninhas não podem pisar nos seus pés. Dança com ele. Ritmo a gente marca no estralar do batidão. Dói na altura do diafragma. Deixa de ser veado, berol! É figado. Tenho certeza. Sou fraco. A bebida é forte. A medicação comprada com receita azul. Potência 10... Publicar algum vídeo do youtube, assim que conseguir chegar em casa. O âncora me persuadiu. Marinheiros e suas tatuagens. Nos dois bíceps. Meu tríceps. A mulherada delira, se vangloria ele para mim. (Furo teu ego com alfinete de segurança sem você se dar conta do quanto o mal pode ser traiçoeiro.) DiCla, (Oi, Qto tempo!), cá estamos nós aqui de novo, tirando do teclado pentelhos de ontem à noite. (São seus? Meus, não! Então, eram meus.) Tu me deixas falando sozinho. A tela do monitor passa a ser meu espelho, mas essa nossa imagem distorcida, me desmotiva. Não és tu visto aqui. O labirinto do castelinho. Chupei um cumulonimbus com a língua esfolada. A vertigem de querer transpor aquele muro rapado. Caíria numa coberta piscina semi-olímpica aquecida. Ofurô carioca. 2 a 2 no tempo regulamentar. Sua boca fervia impropérios onde lugar nenhum se projetava sobre a ponte de balanços de cordas soltas. A medicação começa a fazer efeito (foi aqui que parei, voltei e comecei de novo), não deveria ter tomado aquela copada de vodca. Vomitar, o desperdício interminável. Não posso cometer erros, type, type, type, type, type e finalmente... TYPE. Vai sair um droga de texto, mas o ar que respiro transita por todas aquelas sensações proibitivas. Metido rapaz. Lábios espessos. Umedecidos. Me arrancavam os pêlos do braço. Minha orelha goma de avelã. Seu perfume doce, meu mar no cio... Cítrico. Levemente feminino. Só que tem um problema, disse-lhe. Só deixo entre as coxas. Então, vamos para um motel. Você vai ser minha indiazinha. Sorriu. Mostrou bem os dentes. Depois ficou sério. Até demais. Não gostei da piada. Mas o cérebro chacoalhava minhas pernas e me faltava sangue nos olhos. Ai! Que vergonha. Ah! Que delícia. A sensação de que minha alma se desprendeu do meu corpo. A melodia me rodopia. Sou o biruta a medir a força da tempestade. Um sol a lançar bolas de fogo sobre mim. O peso da força da energia vital. Não me morde. Gado meu é marcado. Na abundância do orgasmo, esqueci meu nome, me arrependi de não ter levado uma caneta e desafinei no penúltimo acorde do arranjo. (Sexo anônimo numa blitz do BPtran, não teria sido diferente, né Isabelle?) O lixo recolhido da mesa, DiCla, não é apenas resto de papéis amassados meticulosamente. Há um pouco da gente ali dentro. A perda só não foi maior, porque a letra de "Creep" continua atual. I don't belong here. Acho mesmo que jamais pertencerei. Talvez um dia o revise, querido amigo, por enquanto vais ficando assim. Passe bem as próximas 24h. Volto se Ele permitir.

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