29 de mai de 2008

Acordo e durmo pensando no expressivo romancista que me tornarei. E quanto mais reflito, mais me aproximo de conclusões heterodoxas. Quero distância da mercantilização. Não quero viver da arte e sim viver para arte. Por outro lado, num outro buraco, entro no sistema financeiro, no cassino transnacional, aconselhando solitários, marcando encontros dilatosos. Preciso contar-lhe que a dor a atravessar o peito nos lembra a solidão, mas resume-se apenas num estar de coisas e momentos agudos. É porque você nunca foi vítima, disse-me o agente da segurança pública. Como? O que você sabe da minha vida? Nada.

Um comentário:

  1. Anônimo3:31 AM

    Viver para arte...eu assim... eu quero viver para arte ...Um grande abraço ..muito feliz de lir-te
    Beijos Gekolisa

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