12 de mar de 2016

DiCla, boa noite!
Pensaste que eu iria dormir sem antes lhe dizer q tu és um feladaputa? Não, né? Então, como tu deixas eu passar essa vergonha? Enfim, perdoo-te, porque me perdoo. Afinal, tu és apenas um diário, o pretensioso aqui sou yo. Vamos aos fatos. Nevasca controlada, surge um aviso de terremoto, copiou? Situação punk-rock nível 6. Nessas horas, não há muito o que fazer, a não ser ter presença. Compareci, altivo. Me parece que ganhamos tempo. Aqui não teve desmoronamento. Só excessos de ambas as partes. 

Graças aos deuses, parou de chover dentro de mim. Calmaria interna. Haverá algum progresso na carne? Que seja rápido, instantâneo, repentino.

Para concluir, ainda tenho um artigo para ler, estava minha pessoa a assistir  na Globo News um  programa sobre Literatura, qdo o entrevistado, um escritor por mim ignorado disse: "leio 4 livros por semana." E o entrevistador não o perguntou quais. Porque há livros e Livros.  Qualquer, jume sabe disso. Acabou. Perdeu o cliente. Será que o cara não rumina, não? Você come uma feijoada completa, depois uma rabada, em seguida um sarapatel de bode e para arrematar toma um caldo de mocotó? Pode ser um escritor genial, o tal pica-das-galáxias, mas jamais (dificilmente) conseguirá degustar um bom lagostine aos molho de maçã-verde. 

Era isso, sem mais, Ctus

P.S.: Estou em busca do Diário de Hospício, do tio Lima. Tenha calma. Descobri que tia Virgínia e tia Sylvia também tinham o hábito da "escrita do eu" Já convoquei um esquadrão para sair em busca desses Livros. Preciso deles, tanto quanto preciso de ti, DiCla.

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