27 de mai de 2004

BALÕES DE HÉLIO NOS ARRANJOS DA EMBAIXADA AMERICANA

Acabo de encontrar por acaso no blog do meu amigo lisboeta um link aleatória para o blog do Jorge Candeias. Quem? Jorge Candeias.

Seria redundantismo dizer que as palavras dos seus contos me fizeram arrancar lágrimas de granízio do meu nem bem querer ser. Pluftz! A Gal cantanto London, London não podia ser mais apropriado.

Assim que o Homem Inverno voltar com meu coração (guardado dentro de uma caixa de isopor, assim espero.) vou em busca da minha porção européia. Quero me esquecer de mim nas ruelas sujas de Roterdã-Dublin-Praga. Percebes o erro, darling-querido-Dicla. Não consigo mais trucar, meus signos não obedecem ao malabarismo de ontem à noite.

E o cheiro encardido do meu cardaço aplaude o agradecimento do diafragma da minha baiana preferida. (Desculpa-me, Dany, mas meus ouvidos já tem dona. Você vai ter que cantar muito ,e rebolar gostoso, por não?, no Rock in Rio Lisboa para que eu lhe preste a atenção que mereces. Chega de bobagem. Vamos ao post de hoje.

--Dicla, ainda estás aí?

-- Diga, Irmão!

-- Olha só, inseparavél amigo, peça que seus leitores preparem as impressoras. A noite de ontem foi queimante. Quando dei por mim, a verborragia já tinha tomado conta do meu nem bem querer ser. Dentro da madrugada com a porta do banheiro trancado por dentro, já que meu intestino não funciona, seguro o note book no colo. Exercito a arte de teclar com uma mão só. Mais abaixo o resultado.

P.S.: Meu editor me sugeriu que não corrigisse nada, portanto, sirvo a carne crua mesmo. Tenho pressa para o tempo que perdi no postinho. A tradução me aguarda, ou melhor a princesa me aguarda. Sem comentários.

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